quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

Plátano e Bordo (Carolina Utinguassú Flores)

Queria antes de tudo pedir desculpas a autora, eu havia me comprometido, então está aqui à resenha. Sei que a autora merecia algo melhor, mas foi o que eu pude oferecer no momento. Fiquei um pouco sem tempo, mas agora que me organizei, resolvi trazer está resenha até ela, todas as minhas palavras servem também como meu incentivo ao seu trabalho.
Então vamos começar de uma forma um pouco diferentes, começar pelas minhas impressões com a leitura.
Quando conversei com a autora e resolvemos criar uma parceria, ela logo me deixou claro o conteúdo tratado no livro. Nunca havia lido nada que envolve-se o erotismo, porém estava com muita vontade de conhecer esse tipo de escrita, e fiquei mais feliz ainda quando terminei e pude reconhecer que não poderia ter iniciado melhor. Para minha surpresa, o livro ainda está escrito em dialeto gaúcho, que me proporcionou algo que eu ainda não havia experimentado, e para quem é daqui do sul tenho certeza de que vai gostar muito.
Tenho muitos elogios a autora, pois ela conseguiu conduzir bem o suspense, e ainda deixou uma ''surpresinha'' para o leitor descobrir.
Enfim minha nota para o livro é 4,5 e espero que minhas palavras tenham servido para mostrar que a Carolina tem muito talento.
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Rosana é uma dançarina sedutora e batalhadora que regularmente se apresenta em uma boate de Porto Alegre.
Quando um cliente da boate começa a persegui-la, ela fica sem saída, encurralada ela se envolve em um homicídio. Na prisão ela acaba conhecendo a realidade das cadeias brasileiras e passando por diversas situações. Tereza, a psicóloga do lugar, acaba virando sua confidente em momentos difíceis e a ajuda a suportar suas aflições.
“Tanta gente matando, roubando, traficando, e nada acontece com eles. Eu me defendi   caramba! Agora mais do que nunca vejo como a sociedade é massificada, cegos e estúpidos que não veem a realidade! Tanto politico malandro roubando nosso dinheiro, usufruindo do melhor que a vida pode dar, enquanto os infelizes sem outras oportunidades ou pessoas inocentes ficam aqui dentro!” pág. 46
Agora fora da penitenciaria Rosana tenta estabilizar sua vida novamente, envolvida com seu advogado, e retomando sua liberdade. Uma série de assassinatos começa a ocorrer, uma mente doentia está à espreita.
Eles, juntamente com a polícia brasileira, a fizeram ver quando é fácil satisfazer suas vontades e ficar impune. Isso a excitava, tanto quanto ver suas presas revirando os olhos e agonizando, entrando em colapso cerebral, cardíaco e muscular." pág. 134


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