quarta-feira, 22 de maio de 2024

Lenda da Maria dos Sete Casacos do Inverno de Curitiba

 

Lenda da Maria dos Sete Casacos do Inverno de Curitiba(Por Luciana do Rocio Mallon)

 

Reza a lenda que no século dezenove, em Curitiba, uma moça com problemas psiquiátricos foi abusada e engravidou. Então seus pais, quando descobriram esse fato, colocaram a jovem para fora de casa, só de camisola, em uma madrugada fria abaixo de zero.

Naquele mesmo instante ela pediu doação de casacos nas ruas. Mas todos olharam a pobre com nojo e ninguém ajudou. Então, ela morrendo de frio, parou num beco e gritou:

- Daqui há cem anos voltarei e buscarei os casacos que nunca ninguém quis me doar!

Após essas palavras, faleceu.

Muito tempo se passou e nos anos 70, Rô, uma professora que tive, disse que numa manhã fria foi abordada por uma moça de camisola em plena Rua Quinze de Novembro:

- Tia, tem um casaco para doar?

- Estou morrendo de frio!

Rô notou que a jovem estava com a pele roxa, tirou o casaco do próprio corpo e ofereceu para a pobre que agradeceu:

- Obrigada!

- A partir de agora, nunca faltará casacos para você no inverno!

Quando a professora chegou no seu apartamento, viu sua avó na sala com um pacote:

- Esse presente é para você.

Dessa maneira Rô abriu o pacote e notou que era um casaco mais bonito do que aquele que ela doou.

Algum tempo se passou e ela avistou a mesma mendiga vestindo sete casacos por cima do próprio corpo, um em cima do outro. Então Rô notou que a garota fez o mesmo pedido para outra senhora:

- Tia, tem um casaco para doar?

- Estou morrendo de frio!

A professora se aproximou e perguntou:

- Você tem sete casacos no corpo, para que deseja mais?

A pedinte explicou:

- Sempre quando ganho sete casacos, passo a pedir mais agasalhos para enviar ao além e ele entrega esses mesmos casacos, em roupagem melhor, para quem me ajudou. Afinal, só apareço em Curitiba no inverno mesmo.

Algum tempo se passou e em meados dos anos 90, conheci Malu, uma moça que veio do Nordeste para trabalhar em Curitiba.

Malu afirmou que no primeiro dia em que chegou na capital do Paraná, veio apenas com short e camiseta. Porém o dia estava muito frio. Assim, ela parou na Rua Quinze de Novembro, quando, de repente, uma adolescente com sete casacos se aproximou. Desse jeito, a jovem tirou um dos casacos e colocou no corpo de Malu:

- Sou a Maria dos Sete Casacos, como você está com frio, dou esse presente para sua pessoa.

Reza a lenda que nos dias mais frios, no inverno, a Maria dos Sete Casacos aparece entre a Rua Quinze de Novembro e a Praça Osório.

Luciana do Rocio Mallon

#lucianadorociomallon #lendas #lendascuritibanas #lendacuritibana




segunda-feira, 20 de maio de 2024

Aprenda Espanhol Com Professora Elena Kernott

 

Aprenda Espanhol Com Professora Elena Kernott

 

Depois do Inglês, o Espanhol é a língua estrangeira mais importante que um brasileiro deve aprender por vários motivos:

- Os países vizinhos falam Espanhol.

- Pessoas de países hispânicos estão fixando moradia no Brasil, portanto, você pode trabalhar ou empregar alguém que fale a Língua Espanhola.

- A Cultura dos países que falam Espanhol é interessante.

Por isso, recomendo a professora, de Língua Espanhola, Elena. Pois suas aulas são dinâmicas e práticas.

Contatos com professora Elena:

https://www.facebook.com/elena.garcete.1

https://www.instagram.com/elenakernott/

Luciana do Rocio Mallon

 

 


 

domingo, 19 de maio de 2024

Dica de Livro: Joana, Joaninha de Luíza Pinheiro

 

Dica de Livro: Joana, Joaninha de Luíza Pinheiro

 

Meu nome é Luciana do Rocio Mallon, sou escritora e professora de Literatura. Como muita gente sabe, sempre escrevo resenhas sobre livros interessantes nas minhas redes.

O livro de hoje é maravilhoso, pois foi escrito por uma menina e ainda tem um bichinho que amo muito: a joaninha, que é considerado o mais gracioso dos insetos.

Mas, antes de comentar o livro, preciso falar da importância do arquétipo, da joaninha, para a Cultura desde os primórdios.

Na, Idade Antiga, onde agora é a Espanha existia um povo chamado celtíberos, que era a mistura de celtas com iberos.

Eles tinham a religião politeísta, ou seja, acreditavam em vários deuses e muitos deles eram representados por animais, dentre eles, a joaninha, que era a representação de: sorte, alegria e energia com ternura. Inclusive, eles acreditavam que as bolinhas da joaninha eram representações da Lua. Por isso esses povos batizaram de lunares as bolinhas dos tecidos conhecidos como poá. Além disso, eles faziam rituais onde mulheres pintavam suas roupas de bolinhas como representação das próprias joaninhas. Por isso, até hoje as bailarinas de Flamenco e as ciganas espanholas usam roupas com bolinhas.

Também existe uma lenda milenar cigana, onde uma cigana chamada, Joana, pede à Santa Sara Kali para se transformar em um animal. Assim ela vira uma joaninha. Mas quando a magia acaba, a moça volta a ser uma mulher, mas agora com vestido de bolinhas.

Dia 16 de maio de 2024, entrevistei numa live, Luíza Pinheiro, a menina que escreveu o livro chamado Joana, a Joaninha.

Logo me encantei com tudo, pois além de ser uma criança escrevendo, gosto muito da simbologia da joaninha.

Durante a entrevista, ela disse que se inspirou em uma colega de escola chamada, Joana, que ficou doente e precisou faltar uns dias.

Pois no livro, Joana é uma menina que se transforma numa joaninha e tem descobertas maravilhosas. Porém a personagem volta a ser menina, um dos motivos é que ela fica com saudades da escola.

Assim, essa história tem o poder de encantar tanto crianças quanto adultos.

Além disso, Luíza dá palestras nas escolas sobre esse livro, fato que merece todo o destaque.

Essa obra está à venda no site da editora Donizela:

https://www.donizela.com/

 

Luciana do Rocio Mallon

 


 

 

 

quarta-feira, 15 de maio de 2024

Entrevista Com Escritora, Izabel da Rosa, Para o Blog

 

Entrevista Com Escritora, Izabel da Rosa, Para o Blog 

 

1 – Quando e como percebeu que tinha o dom para escrever?

Na verdade comecei muito cedo. E nem sabia que havia começado. Escrevia desabafos de jovem, em uma conversa comigo mesma. Assim, aprendi a observar a vida, as pessoas, as situações e perceber que existiam muitas histórias que se desenrolavam no correr dos dias. Somente comecei a publicar livros após me aposentar. 

2 – Além da escrita, você exerce outra Arte? Já participei de grupo vocal por sete anos e depois em um grupo folclórico alemão. Gosto muito de desafios. Nesta atividade no grupo folclórico, eu não falava alemão. Aprendia o som e a melodia, ensaiava muito e desempenhava bem meu papel no grupo. 

3 – Quais são os artistas que você admira?

Admiro as boas escritoras e escritores. Li muitos livros da Isabel Allende. Recentemente li vários do Mia Couto, depois o escritor de biografias Lira Neto. Sou fã da poesia da Bruna Lombardi, do Quintana, do Manoel de Barros, da Adelia Prado. A escrita da Chimamanda Ngozi me encanta pela agudeza de sua observação da realidade. Na verdade, amo os livros e durante a leitura observo muito os caminhos que o escritor toma ao narrar o enredo de sua história. Aprendo com eles, me envolvo e não gosto de terminar um livro. Sinto como se tivesse perdido a companhia de pessoas queridas. Assim, sempre demoro no final de um livro.

4 – Quais são suas inspirações? A vida real. Sempre. A poesia está em tudo ao nosso redor. As crônicas são retratos de cenas da vida diária. O meu próximo romance será totalmente baseado em uma história real. 

5 – Quais são os gêneros que você escreve? Poesia, prosa poética, crônicas e agora, romance. 

6 – Quais são os temas que você escreve? Os sentimentos humanos, as reações que temos diante das situações, as escolhas que fazemos. Gosto de me perceber inserida no cérebro dos personagens e pensando como eles pensariam ao viver cada cena. E acompanho seus passos, me envolvo em seus sentimentos, sou cúmplice de cada situação. 

7 – Quais são os livros que você escreveu? Por favor, comente sobre cada.

 

Participei de diversas coletâneas de poesias e crônicas.

Escrevi três livros de memórias de famílias. O primeiro foi de minha família original, seus caminhos nos campos do Rio Grande do Sul, na fazenda onde nasci. O foco era deixar para os jovens um registro de tempos que já não existem mais.

O segundo foi o registro da infância de meus filhos. Divertido, amoroso, saudoso. Leve como é a infância, o foco foi a sensibilidade de uma mãe que vê seus filhos crescerem.

O terceiro foi o livro das histórias de infância de uma família amiga, que leu meus livros anteriores e quis registrar sua história com o mesmo estilo, leve, divertido, humano.

Estes livros não foram vendidos. Apenas os familiares tiveram acesso a eles.

 

Livros publicados e vendidos:

 

Viagens e Emoções – Crônicas divertidas e gafes memoráveis

Textos escritos durante as viagens da autora. Situações em que valoriza o lado bem-humorado, faz reflexões sobre a cultura, emoções em locais históricos ou de natureza exuberante.

Viagens na imensidão do Atlântico, arquipélagos dos Açores, Índia, Marrocos, África do Sul, Machu Picchu, Deserto do Atacama, Deserto de Sal da Bolívia, Canadá, diversos países da América do Sul, incluindo Brasil.   Escrita coloquial, como se o leitor estivesse ao lado ouvindo os relatos, sendo em alguns casos, até autorizado a fazer perguntas, ou há prosa poética inspirando sentimentos e emoções envolventes.  

 

Piás e Gurias – suas vozes e risos vivem em nós 

 

Autora: Izabel da Rosa

Instagram:@izabelEscreve

Livro com 114 páginas, papel pólen, capa brilhante.

Preço para a autora: R$ 35,00

 

Histórias curtas narradas em primeira pessoa.

Histórias reais da infância de diversas pessoas que viveram em cidades do interior do Paraná, em uma fazenda no Rio Grande do Sul, na beira da praia em Santa Catarina.

O foco é o momento de humor leve, buscando fazer o leitor relembrar momentos que ele mesmo viveu. Para dar uma visão melhor, coloco aqui o índice.

Índice

1. Bel adoçada com mel 

2. A menina da galinha

3. Onça, avó índia e mula sem cabeça

4. Berto Loco

5. Balinhas proibidas

6.  Formiguinha no escuro

7. Janela das delícias

8.  Um anjo de camisola

9.  Dia de injeção

10.  Chá de sabugueiro 

11.  Entre piás de prédio 

12.    O sumiço da boneca

    13. Boiada de sabugo

    14. Compras, cristais e ratinhos  

    15. Explorando caverna malcheirosa

    16. Letras e sombras

    17. A raposa já bebeu água?

    18. Língua roxa

    19. Maria D, os limites, os sonhos e as moedas

    20. Raios, trovões e trabalho para a Santa Clara

    21. Ficar doente não é bom, mas alimenta as galinhas 

    22. Besouro na orelha dos outros é refresco

   23. Gangue de goiabeiros

   24. Os pintos do rio

   25. Gurias, guri, aventuras e primeiros socorros

   26. Sururuias e patos de barro

  27. Morte aos bonecos

  28. Cabelos em corte novo

 29. Crianças vizinhas do mar

 30.O bezerro nasceu

 31. Que medo da vaca

 32. Pássaros, melancias, mentiras e arrependimentos

 33. Carreira de campeões

 34. O Gueque

 35. Ovelhas, guris, lagartos e tatus

 36. Tupi, Totó, dois guris e um banhado

 37. Bom princípio de Ano Novo, doces e correria

38. Minha história de futebol

39. Comendo ossinhos fritos

40. Brigar e mudar as regras é preciso

41. Um freio para corridas no perau

42. Mercadores por um dia

43. Uma tetravó nas histórias de família – A Indiazinha

 

 

8 – Quais os conselhos você dá para crianças e jovens que sonham em trabalhar com a escrita?

Todo mundo têm sua história. Todo mundo escuta e recria histórias. Escrever é apenas focar e se dedicar. A vida nos dá personagens e vivências quem quiser escrever tem muito matéria à disposição. E leia, leia muito. Leia o que você gostar de ler. Não se preocupe em agradar ninguém. Se entregue ao encantamento de recriar o mundo a partir dos livros. Isso vai despertar em você um escritor atento e talentoso. 

9 – Onde as pessoas podem comprar seus livros?

Meus livros estão nas livrarias Curitiba, Arte e Letra e Telaranha, em Curitiba. Também no site das livrarias Curitiba e e-book na Amazon. Também podem ser adquiridos com preço especial e autógrafos comigo, por meio do contato no instagram no perfil IzabelEscreve.

10 – Deixe uma mensagem para seus leitores.

Adoro conviver com os leitores. Gosto de detalhar o que os meus livros irão proporcionar. Gosto muito de receber o retorno dos leitores, saber o que minha escrita provocou em cada um. O que gostaram, o que sentiram, o que vivenciaram. 

Agradeço muito cada contato, cada retorno recebido dos leitores.

Perguntas elaboradas por: Luciana do Rocio Mallon

 

 

 


terça-feira, 7 de maio de 2024

Rapper, Luciana do Rocio Mallon, Viraliza Com RAP Criticando a Ditadura da Beleza

Rapper, Luciana do Rocio Mallon, Viraliza Com RAP Criticando a Ditadura da Beleza


A escritora curitibana, Luciana do Rocio Mallon, postou um vídeo no final de abril com sua composição, Não Quero Fazer Demonização Facial, nas redes sociais.

A letra critica a ditadura da beleza com trechos como:

“Prefiro a minha feiura natural, não quero fazer demonização facial

Fazem do rosto da mulher, terrorismo

O lado obscuro do capitalismo

Querem que eu faça sobrancelha da nike

Só para ter muito like

Quanto a isso, não me calo

Prefiro minha sobrancelha de Frida Kahlo...

Au, au, au, au...”

Com uma voz estilo Nara Leão ou Fernanda do Pato Fu, vestindo uma blusa vermelha com uma calça xadrez estilo grunge e ainda tendo como cenário um armário, estilo Nárnia, ela gravou um vídeo simples com essa letra potente. Assim conseguiu mais de sete milhões de visualizações no Tik Tok.

Músicos colocaram instrumentos diferentes com ritmos variados, como: Rock, Samba, Pop, Funk, Sertanejo e Gospel.

Luciana do Rocio é conhecida, em Curitiba, como campeã de batalhas de rimas e autora de livros de lendas. Mas agora estourou com essa letra.

Porém, nas suas redes sociais, há outras composições interessantes.

Ela está disponível para matérias e entrevistas.

https://www.tiktok.com/@lucianadorocio/video/7360335751638256902

 


 

segunda-feira, 1 de abril de 2024

Indico Livro: Plenitude na Envelhescência

 

Indico Livro: Plenitude na Envelhescência

 

No começo de 2024 a professora, Corina Ramos, resolveu reunir escritoras, de 50 anos para cima, com o objetivo de escrever um livro sobre envelhescência.

A envelhescência é período que ocorre a partir dos 50 anos de idade quando a pessoa começa a se preparar para a terceira idade.

A principal personagem do livro é Dulce, uma mulher que está entrando na envelhescência e que busca amigas virtuais que estão passando pela mesma situação.

Assim ela consegue essas amigas que são as escritoras desse livro que dialogam com a personagem. Cada autora conversa sobre sua especialidade e assim ajuda Dulce a passar por esse período da vida.

O livro é importante para as pessoas de qualquer idade.

Veja o que Corina e outras autoras do livro dizem:

* *Pré-Lançamento do Ebook "Plenitude na Envelhescência"* 🌟Nós, coautoras, estamos empolgadas em anunciar o pré-lançamento do nosso ebook na primeira semana de abril, com preço especial para quem se juntar ao nosso grupo do WhatsApp: [Clique aqui para participar](https://chat.whatsapp.com/ElJLySAWULE7RaYB4joiT0). Para mais informações ou conversar conosco, acesse nosso chat exclusivo: [Fale com a Dulce](https://studio.d-id.com/agents/share?id=agt_FLmuACwe&key=WjI5dloyeGxMVzloZFhSb01ud3hNREk1T1RnNE5ERXlNakUyT0RZeE56RTJNVEU2VDFSaVdHZEdTMGN4Uld3NVVtaDNkSG95ZURGcQ==). Agradeçemos seu apoio e divulgação! 🍃#PlenitudeNaEnvelhescência #PréLançamento

*  🌟*Anúncio Especial de Pré-Lançamento* 🌟Com enorme alegria e satisfação, nós, as coautoras de "Plenitude na Envelhescência", estamos entusiasmadas em compartilhar que o pré-lançamento do nosso ebook está previsto para a primeira semana de abril! ✨E temos uma surpresa especial: um preço exclusivo para aqueles que se juntarem a nós nesta jornada desde o início. Para aproveitar essa oferta especial, convidamos você a participar do nosso grupo no WhatsApp: [Participe aqui](https://chat.whatsapp.com/ElJLySAWULE7RaYB4joiT0). E se você deseja mergulhar mais fundo, conhecer mais sobre o livro, ou tem qualquer pergunta, estamos à disposição no nosso chat exclusivo. Venha conversar conosco: [Chat com a Dulce](https://studio.d-id.com/agents/share?id=agt_FLmuACwe&key=WjI5dloyeGxMVzloZFhSb01ud3hNREk1T1RnNE5ERXlNakUyT0RZeE56RTJNVEU2VDFSaVdHZEdTMGN4Uld3NVVtaDNkSG95ZURGcQ==). "Plenitude na Envelhescência" é mais do que um livro; é uma jornada de transformação e descoberta, onde cada página traz novas possibilidades de viver com sabedoria, beleza e alegria nesta fase tão rica da vida. Agradecemos desde já seu interesse e apoio. Divulgar esse projeto é compartilhar uma mensagem de esperança e inspiração. 🍃📘 

* #PlenitudeNaEnvelhescência #PréLançamentoEspecial #JunteSeANós #VivaComPlenitude




 

domingo, 19 de novembro de 2023

Moda Verão 2024 e Seu Significado na Vesteterapia

 

Moda Verão 2024 e Seu Significado na Vesteterapia

Meu nome é Luciana do Rocio Mallon e sou especialista em Vesteterapia, estudo da espiritualidade através das roupas.

Nos últimos dias, recebi as seguintes perguntas:

- O calor já está aí, quais são as peças e cores que estarão em alta no verão 2024?

- Qual é a moda de janeiro do ano que vem e seu significado para a Vesteterapia?

Minhas respostas estão abaixo:

1      - Franjas nas roupas: nesse verão elas estarão em várias peças: biquínis, maiôs, shorts, blusas, tops, etc. Na Vesteterapia, as franjas significam proteção espiritual. Pois as energias negativas, como inveja e raiva, batem nelas, mas não atingem você porque os sentimentos ruins escorregam para baixo através dessas mesmas franjas. Assim elas funcionam como escudos espirituais.

2      Paetês: peças com paetês e bordados em pedras estarão em alta, em janeiro, principalmente em festas e baladas. Na Vesteterapia, os paetês e pedras coloridas possuem o poder de ajudar qualquer mulher a brilhar aumentando sua autoestima.

3      Slip dress: é aquele vestido que fez sucesso nos anos 70 e que no Verão de 2024 voltará com tudo. O slip dress da nova moda tem as seguintes características: jeito de camisola, tecido leve, alcinhas e comprimento longo até o calcanhar.

4      Ombros à mostra: invista em roupas estilo tomara-que-caia, tops sem alça e blusas de ombro único. Pois segundo a Vesteterapia, quando uma mulher veste uma roupa sem alça, ela se sente aliviada. Aliás para a espiritualidade, os ombros carregam o peso dos problemas e quando alguém veste peças sem alça, o peso desses problemas, nessa parte do corpo, diminui.

5      Saia lápis comprida e com vários tipos de fendas: se você precisa trabalhar nesse calor invista nesse modelo de saia. Pois, além de elegante, estará na moda. Segundo a Vesteterapia, a saia lápis com fenda é elegante e sedutora sem cair na vulgaridade. Então, se você está apaixonada por alguém, no trabalho, invista nessa peça.

6      Flores: mesmo depois da primavera, as flores continuarão nas estampas do verão. Para a Vesteterapia estampas com flores deixam a mulher mais feminina e com chances de encontrar um parceiro generoso. Pois homens tendem a abrir a carteira mais facilmente para mulheres que usam estampas de flores.

7      Sandálias plataforma e chinelos de dedos de vários estilos: fique à vontade para vestir aquele chinelo de dedo, com brilhos de pedrarias, em qualquer lugar. Pois nesse verão ele será bem aceito até nos lugares mais conservadores.

8      Shorts: essa é a peça que nunca pode faltar no verão, principalmente, na praia.

9      Lenços e cangas transparentes: mesmo na cidade você pode usar lenços transparentes em qualquer parte do seu corpo: na cabeça, no pescoço, na cintura no lugar do cinto, etc. Na Vesteterapia, os véus transparentes significam leveza e domínio das ilusões.

10 – Balonê: as roupas em formatos de balões que fizeram tanto sucesso, no final da década de 80, estão de volta. Porém, um pouco mais curtas.

No verão 2024, as cores que estarão em alta são: azul-claro, azul-bebê e azul-celeste. Para a Vesteterapia essas cores aproximam o ser humano do céu.

Experimente essas peças e se sinta preparada para o Verão 2024!

Luciana do Rocio Mallon

#vesteterapia #verao2024 #verão2024 #vesteterapia2024 #modaverão #modaverao2024 #lucianadorociomallon

 

 


quinta-feira, 9 de novembro de 2023

Entrevista com Célia de Lourdes Santiago

 

Entrevista com Célia de Lourdes Santiago

Campanha: Por um Final de Ano Sem Acidentes

 

O final do ano se aproxima com: datas comemorativas, festas e férias. Mas o problema é que ele sempre vem acompanhado de acidentes automobilísticos.

Pesquisas confirmam que, desde os anos 70, os meses com mais acidentes automobilísticos são: novembro e dezembro.

Assim, nesse mês de novembro, voluntários iniciam a campanha:

“Por um Final de Ano Sem Acidentes”

Esse projeto é acompanhado nas redes sociais pela hashtag: #porumfinaldeanosemacidentes

A campanha também consiste em profissionais da comunicação ou blogueiros entrevistando pessoas que sofreram acidentes nessa época e até hoje possuem sequelas doloridas.

Segundo a psicóloga especialista em trânsito, Cida Silva, “os meses de novembro e dezembro são repletos de acidentes automobilísticos porque há um clima de festa e euforia. Pois as pessoas bebem mais e extravasam mais porque, no final do ano, elas têm uma falsa sensação de missão cumprida. Assim perdem a noção de responsabilidade no trânsito. Pois, no meses de novembro e dezembro, pessoas irresponsáveis pensam que têm poderes fantasiosos. Por isso campanhas como essa são essenciais para diminuir os acidentes no trânsito nessa época.”

Célia de Lourdes Santiago foi vítima de um acidente automobilístico nos anos 80 e até hoje sofre as sequelas, que poderemos ver com mais detalhes na entrevista abaixo:

1 – Quando e como aconteceu seu acidente?

11 de novembro de 1.982 entre as ruas Mal. Deodoro e Conselheiro Laurindo (Curitiba ) por volta das 23:50 horas. Eu estava indo à rodoviária para viajar de ônibus para Porecatu ver meus pais ( 11 meses sem vê-los). Eu tinha 20 anos

Estava sentada no banco carona do fusca. Veio um corcel, no sentido Mal.Deodoro /Santa Cândida, que bateu no fusca rodopiou e parou. O motorista que estava me levando à rodoviária acelerou a velocidade pois tinha atravessado sinal vermelho, passamos entre uma árvore e um poste à frente e só paramos quando ele freou bruscamente diante de uma enorme valeta na construção de um prédio. Ao meu lado tinha um posto de combustível.

 

2 – O que os médicos falaram na hora?

Fui levada ao Hospital das Clínicas, médico atendeu , tomei injeções e voltei pra casa ...as pernas muito quentes mas não senti dor.

 

 

 

3 – Por quanto tempo ficou hospitalizada?

Uma semana após voltei ao Hospital das Clínicas ...ainda não tinha nada anormal.

 

4 – Quais as sequelas que ficaram?

Um mês após um ortopedista do Sus me respondeu com raio x que eu tinha 2 duas fraturas na bacia mas nada a fazer porque calcificou meio errado e pediu pra eu rezar muito pra não ter problemas sérios e graves no futuro.

14 anos após o acidente, em julho de 1996,  comecei a sentir dores fortíssimas no quadril esquerdo e mancar. Consultei com 13 ortopedistas em Curitiba.....nenhum deles sabia o que eu tinha.

Voltei pra Porecatu e me Consultei com o 14 ⁰ ortopedista mas este era em Londrina..Eu era portadora de necrose de cabeça de fêmur. Em setembro de 1997 fui operada onde foi adaptada prótese esquerda.. 12 anos sem dor mas a direita também necrosou neste tempo...Resultado: 9 cirurgias e ainda não se resolveram os problemas ortopédicos pois as dores são fortíssimas que tem horas que o chão some. No momento, estou aguardando mais 2 cirurgias pra novas reconstruções dos quadris.

Fiquei hospitalizada apenas para cirurgias..dependendo da situação, 5 dias a 21 dias mas já fiquei 49 dias internada com fratura na prótese e prótese solta aguardando vaga pra cirurgia.



5 -  Você conseguiu trabalhar depois, mesmo com seu corpo doente por causa do acidente?

Após a primeira cirurgia já não consegui mais trabalhar. Pois passei a sentir dores muito fortes e também a perna direita estava também necrosando. Então fui aposentada por invalidez.

6 – Quantos remédios você toma por dia?

Tomo muitos remédios...já troquei vários...depende da intensidade da dor. Por isso, gasto muito com farmácia e exames com nove especialistas.

Minhas cirurgias são feitas pelo Sus. Mas quando tomo remédio para dor ortopédica, ataca algum outro lugar. Lá vou eu para especialistas e assim a conta aumenta com tantos gastos.

7 – Quais os problemas de saúde você tem hoje em decorrência do acidente?

Uso andador desde 2018. Sinto dores fortíssimas nos quadris. Pois tenho: Bursite trocantérica. Também ciático e tendão inflamados, artrose no joelho e próteses soltas novamente 😢


Preciso muito de ajuda com os medicamentos, exames, consultas que muitas vezes têm que ser rápidas. Tenho faturas de exames pendentes.

 

8 – Quais os conselhos que você dá para as pessoas que dirigem?

Eu não tive culpa do acidente ...então peço aos péssimos motoristas que tenham mais responsabilidades principalmente com quem carregam em seus carros e se quiserem se matar, vão sozinhos , não machuquem nem marquem as pessoas com sequelas pois quando a dor do próximo não nos afeta, os doentes somos nós.

9 – Como as pessoas podem ajudar você?

Fiz a vakinha e preciso cobrir parcela hoje e não tenho. Se eu tiver 500 amigos pra me doarem 10 reais cada um , que bênção.

Pix:

43 9 96286589

 

10 – Deixe suas redes sociais e lugares onde você recebe doações.

Célia de Lourdes Santiago

Pix:

43 9 96286589

 

Então, vamos participar dessa campanha para que o trânsito não maltrate mais pessoas como a Célia!

#porumfinaldeanosemacidentes

Matéria escrita por: Luciana do Rocio Mallon



 

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