domingo, 4 de janeiro de 2026

Os Perigos dos Cursos Fraudulentos, de Como Arrumar Homem Provedor, Vendidos Por Pessoas do Job

 

Os Perigos dos Cursos Fraudulentos, de Como Arrumar Homem Provedor, Vendidos Por Pessoas do Job

Na Internet existe todos os tipos de conteúdos, porém um tipo de curso pago vem sendo divulgado de forma desonesta: Como Arrumar Marido Provedor.

Sim, você leu de forma correta!

Estamos em 2026 e existem cursos com o tema: Como Arrumar Homem Provedor.

O principal problema é que a maioria desse tipo de curso não está sendo ministrado por pessoas com graduação em Psicologia ou Ciências Sociais. A questão é que esse tipo de aula está sendo ministrada por pessoas que são do job ou foram do job, muitas delas sem possuir uma faculdade.

Tem o caso de uma influenciadora dessas que chamou as pessoas pobres de lisas demonstrando preconceito, intolerância e discurso de ódio. Tem outra que no meio do curso ensina a como dar golpes em maridos ricos.

Tudo isso é criminoso porque ensina o aluno a cometer erros para obter vantagens. Sem falar que a maioria dos consumidores que compram esse tipo de curso é constituído por adolescentes, ou seja, pessoas com o cérebro ainda em formação.

O curioso é que esse tipo de influenciadora não tem seus perfis desativados pelas redes sociais pelos fatos de que elas pagam selos verificados e têm muitos seguidores, ações que dão lucros para as redes. Pois foi comprovado que conteúdo de cunho sensual atrai visualizações.

Enquanto eu que sou artista séria tive 3 perfis do Face e 1 do Insta excluídos injustamente, fato que me causou diversos prejuízos.

Conclusão: se você concorda comigo, bloqueie e denuncie esses tipos de conteúdos ministrados por pessoas do job e converse com suas filhas explicando que vídeos e cursos de pessoas do job são duvidosos e não merecem confiança. Além disso, fale para as suas filhas que hoje nenhuma moça depende de homem para ser feliz, pois a mulher pode trabalhar para conseguir a independência financeira.

Luciana do Rocio Mallon

 

 

quinta-feira, 18 de dezembro de 2025

Entrevista com Luciana do Rocio Mallon Que Teve Suas Redes Sociais Banidas Pela Meta

 

Entrevista com Luciana do Rocio Mallon Que Teve Suas Redes Sociais Banidas Pela Meta

A Meta, empresa responsável pelas redes sociais: Facebook, Instagram e Whats vem banindo perfis de artistas sem motivo nenhum.

Ela baniu página de artistas como: Jeferson Tenório, Jones Manuel, Tiago Santinelli e Bruna Santiago sem nenhuma razão plausível.

Agora foi a vez da artista, Luciana do Rocio Mallon, ser banida dessas plataformas.

Vamos entrevista-la aqui:

1 - Quais eram suas redes que foram banidas pela Meta?

Sou escritora, bailarina, compositora e influenciadora de Cultura. Eu usava o Facebook, lucianadorocio – www.facebook.com/lucianadorocio , desde 2009 e o Instagram, www.instagram.com/lucianamallon , desde 2020. Além disso tinha uma página chamada Lendas e Poesias da Tia Lu, www.facebook.com/lendasdatialuciana  e outra página com o nome,  www.facebook.com/lucianadorocio.mallon , no Facebook.

Mas na noite de 5 de dezembro, o Facebook derrubou todos os meus perfis inclusive o meu Instagram alegando não seguir os padrões da comunidade.

Sou uma artista séria e uso as redes sociais como portfólio.

Reitero: tinha meu primeiro perfil desde 2009.

Inclusive, no meu segundo perfil, www.facebook.com/lucianadorocio.mallon não houve oportunidade de recurso. Já o meu primeiro perfil, www.facebook.com/lucianadorocio , preenchi um formulário e não recebi resposta. Apenas vi que meu perfil está suspenso.

Como eu disse, o meu Instagram, www.instagram.com/lucianamallon , saiu fora do ar por estar vinculado com a conta: www.facebook.com/lucianadorocio

Aliás, o Instagram: www.instagram.com/lucianamallon tinha 13.000 seguidores.

Eu preciso dessas redes, pois sou artista e redatora comercial. Além disso, tenho essas mesmas redes há bastante tempo.

Durante esse tempo, alguns amigos ficaram comovidos com esse meu problema e cederam suas redes para que eu pudesse mostrar meus trabalhos. Resultado: a Meta tirou o perfil deles do ar também.

Necessito ter meus perfis novamente por questão de trabalho. Além disso cuido da minha mãe doente e só posso fazer home office.

2 – Antes de ser banida como eram suas atividades no Facebook e no Instagram?

As atividades eram excelentes. Afinal, eu tinha muitos seguidores. Entrei no Facebook em 2009, onde reencontrei amigos, consegui serviços, divulguei trabalhos e foi graças ao Facebook que consegui escrever os livros, Lendas Curitibanas 1 e Lendas Curitibanas 2, de forma gratuita. Pois o jornalista, Helio Puglielli, viu meus textos no Facebook e fez a indicação da editora Instituto Memória. Sem falar que no Facebook e também no Instagram ganhei muitos prêmios.

3 – Qual a mensagem que você tem para oferecer à empresa Meta?

Gostaria que a Meta devolvesse meus perfis porque uso as redes para mostrar meus trabalhos. Nunca fiz nada de mal para ninguém nas minhas redes. Já acionei o site Reclame Aqui e o Procon. Aliás, perdi muitas oportunidades de serviços com a derrubada das minhas redes, fato que me deixou muitos prejuízos. Por isso passarei o Natal muito triste.

Entrevista feita por: H. S.

#lucianadorociomallon

 

 

 

 

 

terça-feira, 16 de dezembro de 2025

Perfis Artísticos da Escritora, Luciana do Rocio Mallon, São Derrubados Injustamente Pela Meta

 

Perfis Artísticos da Escritora, Luciana do Rocio Mallon, São Derrubados Injustamente Pela Meta

A Meta, empresa responsável pelas redes sociais: Facebook, Instagram e Whats vem banindo perfis de artistas sem motivo nenhum.

Ela baniu página de artistas como: Jeferson Tenório, Jones Manuel, Tiago Santinelli e Bruna Santiago sem nenhuma razão plausível.

Agora foi a vez da artista, Luciana do Rocio Mallon, ser banida dessas plataformas.

Em abril de 2024, Luciana do Rocio Mallon viralizou, em diversas redes, ao cantar sua música de composição própria chamada: “Não Quero Fazer Demonização Facial”, onde critica a ditadura da beleza e os exageros do Capitalismo.

Ela diz:

“Sou escritora, bailarina, compositora e influenciadora de Cultura. Eu usava o Facebook, lucianadorocio – www.facebook.com/lucianadorocio , desde 2009 e o Instagram, www.instagram.com/lucianamallon , desde 2020. Além disso tinha uma página chamada Lendas e Poesias da Tia Lu, www.facebook.com/lendasdatialuciana  e outra página com o nome,  www.facebook.com/lucianadorocio.mallon , no Facebook.

Mas na noite de 5 de dezembro, o Facebook derrubou todos os meus perfis inclusive o meu Instagram alegando não seguir os padrões da comunidade.

Sou uma artista séria e uso as redes sociais como portfólio.

Reitero: tinha meu primeiro perfil desde 2009.

Inclusive, no meu segundo perfil, www.facebook.com/lucianadorocio.mallon não houve oportunidade de recurso. Já o meu primeiro perfil, www.facebook.com/lucianadorocio , preenchi um formulário e não recebi resposta. Apenas vi que meu perfil está suspenso.

Como eu disse, o meu Instagram, www.instagram.com/lucianamallon , saiu fora do ar por estar vinculado com a conta: www.facebook.com/lucianadorocio

Aliás, o Instagram: www.instagram.com/lucianamallon tinha 13.000 seguidores.

Eu preciso dessas redes, pois sou artista e redatora comercial. Além disso, tenho essas mesmas redes há bastante tempo.

Durante esse tempo, alguns amigos ficaram comovidos com esse meu problema e cederam suas redes para que eu pudesse mostrar meus trabalhos. Resultado: a Meta tirou o perfil deles do ar também.

Necessito ter meus perfis novamente por questão de trabalho. Além disso cuido da minha mãe doente e só posso fazer home office.”

Portanto, podemos concluir, que existe uma censura na Meta que derruba perfis de artistas que questionam a sociedade fazendo todo mundo refletir.

Mas, não podemos aceitar tal censura!

Vamos fazer com que esse texto chegue ao diretor da Meta do Brasil, Conrado Leister - #ConradoLeister

Texto escrito por: H. S. – jornalista

#lucianadorociomallon

#jefersontenorio

 

 

 

quinta-feira, 11 de dezembro de 2025

Ajude, Luciana do Rocio Mallon, a Recuperar Seus Perfis no Facebook e Instagram

 

A artista, Luciana do Rocio Mallon, teve seus 3 perfis banidos do Facebook e o perfil, lucianamallon, banido do Instagram

Vamos pedir para que o gerente da Meta no Brasil reative as páginas dela.

Então copie e cole nas suas redes o seguinte recado:

“Atenção, Diretor #ConradoLeister:

Palavras de Luciana do Rocio Mallon:

"Prezado Diretor do Facebook, Instagram e Meta do Brasil:

Meu nome é Luciana do Rocio Mallon, sou escritora e bailarina. Eu usava o Facebook, lucianadorocio, desde 2009 e o Instagram, lucianamallon, desde 2020. Além disso tinha uma página chamada Lendas e Poesias da Tia Lu e outra página com o nome lucianadorocio.mallon no Facebook.

Mas na noite de 5 de dezembro, o Facebook derrubou todos os meus perfis inclusive o meu Instagram alegando não seguir os padrões da comunidade.

Sou uma artista séria e uso as redes sociais como portfólio.

Reitero: tinha meu primeiro perfil desde 2009.

Inclusive, no meu segundo perfil, www.facebook.com/lucianadorocio.mallon não houve oportunidade de recurso. Já o meu primeiro perfil, www.facebook.com/lucianadorocio , preenchi um formulário e não recebi resposta. Apenas vi que meu perfil está suspenso.

Como eu disse, o meu Instagram, www.instagram.com/lucianamallon , saiu fora do ar por estar vinculado com a conta: www.facebook.com/lucianadorocio

Eu preciso dessas redes, pois sou artista e redatora comercial. Além disso tenho essas mesmas redes há bastante tempo.

Necessito ter meus perfis novamente por questão de trabalho. Além disso cuido da minha mãe doente e só posso fazer home office.

Posso mandar documentos se necessários e fazer entrevistas em lives com a sua equipe para comprovar minha identidade e honestidade.

Por favor, gostaria de ter meus perfis de volta.

Aguardo resposta,

Atenciosamente,

Luciana do Rocio Mallon”

 

 

 

 

 

 

 

 

segunda-feira, 1 de dezembro de 2025

Recomendo, Luciana do Rocio Mallon, Como Bailarina de Natal Em Curitiba

 

Recomendo, Luciana do Rocio Mallon, Como Bailarina de Natal Em Curitiba(Texto Escrito Por Hergildo Silva)

Quando chega o Natal, na Capital Paranaense, os eventos natalinos proliferam.

Por isso me perguntaram recomendações de bailarina de Natal voluntária. Então indico, Luciana do Rocio Mallon, porque tem curso de Dança e Magistério, além de longa experiência em palcos. Aliás, quando chega a época natalina, essa bailarina se veste de Mamãe Noel para realizar danças, com repentes das batalhas de rima com improviso, em lugares como: orfanatos, asilos, hospitais e bibliotecas. Além de realizar flashmobs natalinos na Rua XV de Novembro, a mais movimentada de Curitiba.

Conheça o trabalho voluntário de Luciana em:

https://www.instagram.com/lucianamallon

 

Texto escrito por: Hergildo Silva

 

quarta-feira, 26 de novembro de 2025

A Lenda de La Befana Por Fernando Cozzi

 

A Lenda de La Befana Por Fernando Cozzi

Dizem que, nas madrugadas de inverno, quando o céu parece um pergaminho frio e a terra recolhe seus ruídos, uma velha de passos leves atravessa o mundo carregando uma sacola de memórias. Os italianos a chamam de La Befana, mas eu, que escuto o que o silêncio sussurra, prefiro chamá-la de a que varre ausências. A lenda conta — e essa lenda existe antes de mim, antes de você, antes mesmo de certas certezas — que três viajantes, guiados por uma estrela, bateram à porta da velha. Procuravam o Menino recém-nascido, o que traria luz aos homens. E La Befana, na pressa das tarefas, na poeira dos dias que nunca dão trégua, disse não. Disse que não podia. Disse que ficaria para trás só por um instante. Mas os instantes, às vezes, são eternidades disfarçadas. Quando o arrependimento chegou tarde demais, ela partiu. Atravessou aldeias, campos, vales de gelo. Levava consigo presentes simples, porque os simples sabem oferecer o que importa: um pedaço de pão, um lenço, uma pequena vela para quem tropeça no escuro. E desde então — assim diz a tradição que não se apaga — ela visita as casas das crianças, deixando doces para as que foram bondosas, e carvão para as que esqueceram de ser luz. Eu, porém, vejo outra coisa escondida nessa história: La Befana não busca o Menino. Busca o tempo que perdeu. E quem de nós já não fez o mesmo? Enquanto ela passa, varrendo as calçadas com sua vassoura gasta, percebo que não é sujeira o que ela leva embora: são remorsos. São promessas que não viramos. São palavras que não dissemos quando ainda poderiam salvar alguém. A velha, dizem, é feia. Mas o que é a feiura senão um espelho impiedoso do que não entendemos? A mim, ela parece apenas alguém que aprendeu cedo demais que as oportunidades recusadas viram fantasmas — e que só se libertam quando oferecemos algo ao outro. E por isso ela entrega presentes. Não por obrigação. Mas para tentar, noite após noite, ofertar ao mundo o que não conseguiu ofertar naquele dia perdido da estrela. La Befana existe. Vive na tradição de séculos. E ainda assim se renova, cada vez que compreendemos que o Natal não é sobre perfeição, mas sobre reparar o que ainda pode ser reparado. Quando dezembro dobra sua última esquina, deixo um pouco de pão na janela. Não por superstição — por respeito. Se a velha passar, que coma. Se não passar, que o gesto permaneça. Porque toda lenda verdadeira — e La Befana é uma delas — é apenas o modo que o tempo encontrou para nos lembrar que sempre existe um caminho de volta, ainda que feito de neve, arrependimento e um punhado de luz. Lenda faz parte do Folclore Europeu Italiano Adaptação para a versão sofista de Rumi Fernando Cozzi

quinta-feira, 7 de agosto de 2025

Luciana do Rocio Mallon, a Suzanne Vega Brasileira

 

Luciana do Rocio Mallon, a Suzanne Vega Brasileira

(Artigo Escrito Pelo Jornalista Hergildo Silva)

 

 Nos dias atuais é comum um cantor compor uma música, cantar à capela nas redes sociais e logo ter essa canção remixada por músicos.

Mas, em 1981, uma artista norte-americana chamada Suzanne Vega gravou numa fita, somente com sua voz, uma música chamada Tom’ s Dinner, que faz reflexão sobre uma pessoa que observa o movimento de um restaurante por dentro. Porém essa versão só com a voz dessa compositora não fez sucesso.

Porém, em 1988, a banda DNA remixou a canção, de uma forma meio clandestina e distribuiu essa versão pelo mundo inteiro. Esse remix chegou a emplacar o primeiro lugar em alguns países na Europa. No Brasil foi tema da novela, Meu Bem – Meu Mal, representando a personagem, Jéssica Miranda, interpretada pela atriz Mylla Christie. Nos anos 90 até hoje, essa letra com a voz de Suzanne Vega recebeu acompanhamento de vários instrumentos musicais em ritmos diversos. Por isso ela é considerada a musa do MP3. Apesar disso, Suzanne Vega, recebeu também muitas críticas negativas que diziam que sua voz era fraca, pois o que ela fazia não era POP e sim RAP. Porém, a letra realmente é interessante.

Música de Suzanne Vega com banda DNA:

https://www.youtube.com/watch?v=j4jtIDaeaWI&list=RDj4jtIDaeaWI&start_radio=1

Em abril de 2024, uma rapper brasileira desconhecida chamada, Luciana do Rocio Mallon, gravou um vídeo cantado sua composição, de própria autoria, com o título de Não Quero Fazer Demonização Facial, nas redes sociais, somente com a voz e sem nenhum instrumento. A música teve mais de sete milhões de visualizações no TIKTOK. Assim vários músicos repostaram o vídeo acompanhando a canção com seus instrumentos, entre eles estão: Gui Valentim, Átila KW, Hector Basile e Funkaletta. Mas o que se destacou mesmo foi o remix feito por Átila KW.

Por isso, Luciana do Rocio Mallon recebeu o apelido de: Suzanne Vega brasileira. A crítica também meteu a boca nessa brasileira dizendo que sua voz era fraca. Porém com uma letra profunda dessas, isso pouco importa.

Versões remixada da música de Luciana do Rocio Mallon:

https://www.youtube.com/watch?v=ZoY1uxqjAys

https://www.youtube.com/watch?v=vRIyteGp82k

Texto escrito por: Hergildo Silva.

#hergildosilva

#lucianadorociomallon

#suzannevega


 

quarta-feira, 19 de junho de 2024

Entrevista Com a Empreendedora, Ana Carina, da Empresa de Sapatos Not-Me

 

Entrevista Com a Empreendedora, Ana Carina, da Empresa de Sapatos Not-Me

 

Sou Luciana do Rocio Mallon e hoje levarei você ao universo mágico dos calçados.

Um par de sapato é muito mais do que um calçado que protege os pés, pois sapatos são elementos que trabalham com a nossa memória afetiva.

- O que seria da Cinderella, se não perdesse o sapatinho de cristal na escadaria do baile no castelo?

- O que seria da Dorothy, do Mágico de Oz, se não estivesse com seus sapatos vermelhos da cor rubi?

Arqueólogos e historiadores afirmaram que o sapato surgiu ainda na Pré-História, quando os homens das cavernas sentiram a necessidade de proteger seus pés.

Então os primeiros calçados foram feitos de couro de animais e madeira através de costuras rústicas.

Reza a lenda que, ainda na Pré-história, uma mulher salvou uma vaquinha que estava indo para o brejo. Mas o animal notou que os pés daquela senhora estavam muito calejados e disse:

- Quando eu morrer, virarei peças para proteger seus pés.

Numa noite, a vaca faleceu idosa e sua dona chorou muito.

No dia seguinte, a senhora notou que estava calçando peças feitas do couro da vaquinha e assim surgiram os primeiros calçados.

Após essa lenda, milênios se passaram e o rei mais famoso por criar sapatos foi Luís XV, pois ele inventou o calçado que leva seu nome, além de outros sapatos que não possuem a mesma fama.

A ideia original de transformar junho no mês dos sapatos foi de Imelda Marcos, uma modelo que foi casada com o ex-presidente das Filipinas, Ferdinando Marcos.

Reza a lenda que ela amava tanto calçados que tinha mais de 3000 pares deles.

Abaixo, entrevistei a empreendedora, Ana Carina, da Empresa de Calçados Not-Me

1 – Quando e como descobriu que tinha vocação para o empreendedorismo? Eu sempre fui empreendedora. Morávamos no interior e toda oportunidade que eu tinha de fazer um dinheirinho eu aproveitava. Cresci, trabalhei cedo, e em todos, todos os meus empregos eu sempre trabalhei como se fosse pra mim, sempre entregando meu melhor, e sempre mesmo trabalhando CLT, sempre fazia um extra vendendo alguma coisa, roupas, joias, maquiagem…sempre gostei de vender.

2 – Por que escolheu o ramo de calçados? Meu Primeiro emprego foi numa loja de calçados e eu amava o que eu fazia e fazia muito bem. Quando pensei em abrir meu próprio negócio, não pensava em outra área.

3 – Antes de ser empreendedora, qual era seu ramo de atuação? Eu me formei em Contabilidade e entrei para a área bancária, onde atuei por 9 anos como executiva.

4 – Por que escolheu o nome Not-Me? Not-me vem de um trocadilho que se refere a “Me Note”.

 5 – Quais tipos de calçados você fabrica e vende? Nós focamos em Moda feminina. Sempre bem presente em tendências e lançamentos do mercado, trazendo a proposta de um calçado de qualidade, de produção local e com preço acessível.

6 – Quais os modelos de calçados que estarão na moda em 2024 e 2025? Em 2024 nós vimos o retorno das Botas Biker, as texanas ainda permaneceram com força e vimos entrar com tudo os tons cherry e os terrosos em marrom. Para 2025, temos grandes tendências em destaque como os slingbacks, tanto no salto alto quanto no salto baixo, sobretudo os saltos kitten Hills, que são aqueles saltinhos bem baixinhos. As sapatilhas permanecem ainda com mais força, destaque para as bico fino e também as de bico mais redondo, no estilo bailarina, com telas. As Birkens já são uma tendência consolidada há mais de 3 anos e mais uma vez, vai estar presente nesse verão, predominando numa linha mais confy e esportiva. Gladiadoras também voltam, com pegadas modernas e atuais. Sapatos com releitura masculina, como Oxfords, mocassins e até plataformas, voltam repaginadas, e pra fechar, os tênis, que já vieram ganhando força desde o retorno do modelo Samba, mas que agora mais que nunca se consolida em mais modelos com pegadas esportivas, compondo looks que vão desde a alfaiataria, com identidade e conforto.

7 – Como o consumidor deve fazer para conhecer seus produtos? Hoje nós vendemos através do nosso site, www.not-me.com.br e estamos presentes também nos marketplaces Zattini, Netshoes, Magalu, SHEIN, Americanas, Shopee e Amazon. Também recentemente nós abrimos nosso programa de afiliados.

8 – Coloque as redes sociais de sua empresa e telefones. @notmeshoes tiktok: @notmeshoes Para vendas WhatsApp: 47988239129

9 – Quais as dicas você dá para os jovens que sonham empreender no ramo de calçados? Procurar um nicho específico, estudar muito seu público alvo e estar sempre atento ao mercado.

10 – Deixe uma mensagem para nosso leitores. Empreender é extremamente desafiador. Se o nosso coração não estiver realmente alinhado com o nosso foco, vai ser muito difícil encarar os obstáculos com bons olhos. Por isso, temos que ter muito amor pelo que fazemos e muito foco.

Perguntas feitas por: Luciana do Rocio Mallon

 

 





quinta-feira, 13 de junho de 2024

Tudo o Que Vocês Queriam Saber Sobre RAP Cigano

 

Tudo o Que Vocês Queriam Saber Sobre RAP Cigano

 

Meu nome é Luciana do Rocio Mallon e sou professora de Literatura.

Hoje, recebi as seguintes perguntas:

“- Acontecerá um evento em Curitiba, no final de junho, onde darão palestras sobre o RAP afro e o RAP indígena, mas se esqueceram do RAP cigano, por favor, poderia escrever um artigo curto sobre ele?”

“- Existe RAP cigano e como ele se manifesta?”

Minha resposta abaixo:

- Sim, existe RAP cigano e, realmente, é lamentável que deixem de falar sobre ele num evento tão importante.

Há milênios, os ciganos saíram da India e se espalharam pelo mundo.

Como nômades, em todo o local onde armavam acampamento, pesquisavam sobre a Cultura do lugar, as frases essenciais do idioma e palavras poéticas para realizarem poemas orais através de frases encantadoras com um estilo parecido com o dos repentistas.

Então era comum ciganos realizarem batalha de rima, entre eles, aos sons dos violinos e violões.

Hoje, existe um gênero musical conhecido como RAP cigano. Porém, infelizmente, ele é pouco divulgado no mundo inteiro.

No RAP cigano existe a batalha de rima, geralmente, em Espanhol. Mas o diferencial é que, ao fundo, os sons são de: violino, violão, cajón, castanholas e palmas. Esse tipo de Arte existe bastante na Espanha e nos países de colonização hispânica. Mas, infelizmente, a mídia não tem interesse em divulgar.

Para falar mais sobre isso, antes preciso explicar sobre a origem do RAP.

 No começo do século vinte, nos Estados Unidos, alguns ciganos se fixaram naquele país. Mas, por causa do preconceito, se uniram em guetos junto com os negros e hispânicos.

O RAP, gênero musical que une Ritmo e Poesia muitas vezes de improviso, surgiu na Jamaica durante a década de 60. Naquele tempo muitos jamaicanos vieram morar nos Estados Unidos e levaram a cultura deles junto para lá.

 Então os negros, os hispânicos e ciganos deram um novo brilho ao RAP.

No Brasil há muitos descendentes de ciganos, que já no Brasil-Colônia, tiveram que adotar sobrenomes em Língua Portuguesa como forma de fugir da Inquisição.

Os principais sobrenomes que os ciganos adotaram no Brasil são: Silva, Santos, Arruda, Ferreira, Ribeiro, Pereira, Rosa, Cruz, Viana, Vargas, Santana, Lopes, Franco, Estrela, Lima e Cruz.

Essas famílias ciganas se espalharam pelo Brasil e principalmente pelo local que hoje, em dia, pertence ao ABC paulista. Lá fixaram suas residências.

No início dos anos 80, o RAP surgiu no Brasil, principalmente, no próprio ABC paulista.

Lá jovens operários, muitos deles descendentes de negros e ciganos, nas horas dos intervalos faziam rimas de improviso como forma de Arte.

O professor, Pedro Oliveira, afirmou que um dos primeiros rappers brasileiros, DJ Hum, é descendente de cigano. Ele também afirma que Gabriel, o Pensador também é descendente de cigano.

Então, como pediram um artigo curto, peço para que deixem sugestões sobre ele na parte de comentários.

Luciana do Rocio Mallon

#lucianadorociomallon #RAP #RAPcigano

 

 


 

sexta-feira, 24 de maio de 2024

Entrevista Com, Yuri D Kzammp, Tutor de um Cachorro Artista

 

Entrevista Com, Yuri D Kzammp, Tutor de um Cachorro Artista

Como todos sabem, voltei a fazer entrevistas com artistas e empreendedoras nas minhas páginas.

Sabia que existem animais artistas em Curitiba?

Um deles é o Hauser e entrevistei o tutor dele abaixo:

 

1 – Quando e como descobriu que tinha o dom para cuidar de animais?

Sempre amei desde pequeno, mas foi com as perdas da vida que fui entendendo mais e me informando cada vez mais em uma área onde leva aos cuidados específico, trabalhando com Psicologia canina, na área de banho, tosa e cuidado com vários tipos de pelagem, faço hospedagem e interação entre eles.

2 – Quando e como descobriu que seu cachorro tinha a vocação para ser influenciador digital e artista?

Descobri quando percebi que ele não era perfeito, mas poderia ser muito mais... A voz da raça, dos que precisam de ajuda, por ser um cachorro parceiro, (filho) calmo e equilibrado.

3 – Qual é a raça de seu cão e suas características?

É um cachorro da raça, Afghan Hound, conhecido também como Galgo Afegão, de características: teimoso , fujão e é um cachorro de corrida, pelo seu tamanho e pouco tempo de vida pode adquirir problemas nas articulações e para isso atividade física é essencial.

4 – Quais os desafios de ser tutor de um animal que é artista?

O desafio de ser abordado sempre , por muitas pessoas e questionamentos por não conhecer da raça sempre é sobre pelagem e a magreza da raça e muitas e muitas fotos.

5 – Quais os trabalhos artísticos que seu cachorro já fez?

Já fez campanha para ONG, divulgação de pet banho e tosa, inauguração de um espaço no Batel onde por várias vezes sua presença era prestigiada por lá, uma coluna no jornal do bairro em Curitiba, falando sobre saúde e bem estar animal e recentemente numa parceria com uma escola técnica sobre radiologia veterinária onde sai vários posts no seu Instagram.

6 – Como uma pessoa deve proceder caso queira contratar seu cachorro para realizar algum trabalho artístico?

Caso queira o Hauser pra inauguração de pets, fotos ou books fotográfico de crianças, divulgações de campanha de ração ou produtos pet, ou até mesmo pra uma visitação especial num hospital ou casa de repouso onde além de levar muita beleza ele leva amor e tranquilidade, é só chamar pelo WhatsApp 41996278062 Hauser/41991452882 Yuri.

7 – Quais são as suas redes sociais?

@hauserdkzammp @k.zammp

8 – Deixe uma mensagem para nossos leitores.

O amor está em todo lugar, no bem de compartilhar o simples ou o pouco que nós temos a oferecer, muitas vezes num abraço ou palavras amigas e também na felicidade de ver algo diferente quando faz o nosso coração bater mais forte com o inusitado. E os afghans são assim de uma terra de pessoas sofridas com esta guerra onde fora dela pode compartilhar amor.

Perguntas elaboradas por: Luciana do Rocio Mallon

 



 

quinta-feira, 23 de maio de 2024

Experiência Com Poesia No Hospital Psiquiátrico

 

Experiência Com Poesia No Hospital Psiquiátrico

 

Meu nome é Luciana do Rocio Mallon, sou escritora e sempre me interessei por assuntos ligados à saúde mental.

Em meados dos anos 90 eu precisava fazer um trabalho para o curso de Letras da UFPR, que deveria envolver Literatura e saúde mental.

Então escolhi o tema: A Importância da Poesia Em Pacientes Psiquiátricos. Pois eu gostava do trabalho da psiquiatra, Nise da Silveira, que usava a Arte como ferramenta para tratar pacientes com transtornos psicológicos.

Para realizar a pesquisa de campo fui até a um hospital psiquiátrico e escolhi pacientes mulheres, dentre elas duas se destacaram nas minhas pesquisas.

Assim apelidei uma de Rosa e a outra de Sereia.

Esses apelidos também servem para preservar a privacidade delas.

Relatei os fatos mais interessantes com cada uma abaixo:

1 – Rosa:

Apelidei a primeira paciente, que tive contato, de Rosa porque ela gostava de flores.

Na sua ficha estava escrito que ela sofria de Esquizofrenia e teve o comportamento piorado depois de ser vítima de um estupro coletivo nos anos 70.

Seu passatempo era cuidar das flores do jardim do sanatório.

Até hoje lembro desse trecho de uma conversa, quando perguntei:

“- Por que você gosta de cuidar de flores?

Ela respondeu:

- As flores conversam comigo. Além disso, elas são as pontes que me levam para conversar com um único homem que não é mau: o fundador desse sanatório. Aliás, ele está enterrado debaixo das roseiras e o espírito dele sai, pelas madrugadas, para conversar comigo.”

Assim, achei essa história fantástica porque pesquiso lendas urbanas desde criança.

Após a conversa, pesquisei sobre esse hospital na Biblioteca Pública e descobri que, há cem anos, o fundador realmente foi enterrado no jardim do local, fato que era normal para a época.

Com a paciente, Rosa, trabalhei poemas com flores e ela escreveu:

“ Violetas não são apenas violetas porque podem ser azuis, roxas e brancas

Rosas não são apenas rosas porque podem ser vermelhas, carmins, beges e amarelas

Seres humanos são humanos e podem ser de todas as cores.”

Realmente, esse poema foi fantástico. Pois de alguma maneira fala de igualdade étnica e racial.

2 – Sereia:

Apelidei a segunda paciente com a qual tive contato de Sereia porque ela cantava e compunha muito bem.

Em sua ficha estava escrito que ela parou no sanatório porque teve problemas com dependência química e sofria de Transtorno Bipolar. Além disso, ela tinha uma deficiência na perna que fazia a moça mancar.

Lembro de uma conversa especial que tive com ela:

“- Quando você descobriu que tinha o dom para a Música?

Ela respondeu:

- Eu sofria bullying desde o jardim da infância por ser gordinha, ter os dentes grandes e possuir deficiência em uma das pernas. Então um dia a minha prima, que morava na mesma casa, deixou o piano aberto. Dessa maneira me sentei no banquinho e notei que cada nota tinha um som diferente. Assim como eu ouvia muito rádio, tentei juntar as notas que tinham os mesmos sons das músicas e acabei tirando as canções de ouvido ao piano. Na adolescência, meu padrasto abusou de mim e por isso fugi de casa. Como ninguém quis dar emprego para mim porque eu tenho deficiência, fui morar nas ruas, onde acabei abusando de drogas e álcool.”

Porém um dia ela pegou o violão e me mostrou uma composição que fez com a seguinte letra:

“ No quarto escuro e fechado não sou prisioneira

Porque ele me protege

Lá fora a liberdade é ilusória

Porque cortam asas da mulher

Homens dizem que mulheres são anjos

Mas cortam suas asas

Homens dizem que mulheres são pássaros

Mas cortam suas asas

Elas mesmas fogem para gaiolas

Para fugirem dos homens.”

A letra dessa música é pura Poesia feminista.

Hoje esse hospital psiquiátrico não existe mais. Pois foi demolido.

Porém essa experiência me fez refletir sobre a saúde mental das mulher principalmente da mulher que sofre abusos.

A Arte é uma excelente ferramenta para amenizar as dores da alma. Porém uma sociedade justa ainda é a melhor solução.

Luciana do Rocio Mallon

 

 


 

 

 

 

quarta-feira, 22 de maio de 2024

Indico Livro: A Felicidade Começa Por Você

 

Indico Livro: A Felicidade Começa Por Você

Meu nome é Luciana do Rocio Mallon, sou professora e blogueira de Cultura.

Hoje gostaria de indicar o livro, A Felicidade Começa Por Você, de uma terapeuta.

Muita gente pensa que só quando alcançar objetivos grandiosos como riqueza e poder é que conseguirá a felicidade.

Mas isso é uma crença limitante, pois a pessoa coloca a felicidade em cima de realizações futuras e se esquece de ser feliz com pequenos momentos alegres do presente.

É como diz aquele velho ditado: “as pessoas ficam tão preocupadas em chegar ao destino final com sucesso, que se esquecem de aproveitar a viagem.”

No livro, A Felicidade Começa Por Você, a autora ensina a como se livrar dessas crenças limitantes que impede qualquer pessoa de ser feliz.

Por isso, essa é uma obra importante para quem busca o equilíbrio emocional e autoconhecimento interior.

Não perca tempo e aduiquira o e-book em:

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Lenda da Maria dos Sete Casacos do Inverno de Curitiba

 

Lenda da Maria dos Sete Casacos do Inverno de Curitiba(Por Luciana do Rocio Mallon)

 

Reza a lenda que no século dezenove, em Curitiba, uma moça com problemas psiquiátricos foi abusada e engravidou. Então seus pais, quando descobriram esse fato, colocaram a jovem para fora de casa, só de camisola, em uma madrugada fria abaixo de zero.

Naquele mesmo instante ela pediu doação de casacos nas ruas. Mas todos olharam a pobre com nojo e ninguém ajudou. Então, ela morrendo de frio, parou num beco e gritou:

- Daqui há cem anos voltarei e buscarei os casacos que nunca ninguém quis me doar!

Após essas palavras, faleceu.

Muito tempo se passou e nos anos 70, Rô, uma professora que tive, disse que numa manhã fria foi abordada por uma moça de camisola em plena Rua Quinze de Novembro:

- Tia, tem um casaco para doar?

- Estou morrendo de frio!

Rô notou que a jovem estava com a pele roxa, tirou o casaco do próprio corpo e ofereceu para a pobre que agradeceu:

- Obrigada!

- A partir de agora, nunca faltará casacos para você no inverno!

Quando a professora chegou no seu apartamento, viu sua avó na sala com um pacote:

- Esse presente é para você.

Dessa maneira Rô abriu o pacote e notou que era um casaco mais bonito do que aquele que ela doou.

Algum tempo se passou e ela avistou a mesma mendiga vestindo sete casacos por cima do próprio corpo, um em cima do outro. Então Rô notou que a garota fez o mesmo pedido para outra senhora:

- Tia, tem um casaco para doar?

- Estou morrendo de frio!

A professora se aproximou e perguntou:

- Você tem sete casacos no corpo, para que deseja mais?

A pedinte explicou:

- Sempre quando ganho sete casacos, passo a pedir mais agasalhos para enviar ao além e ele entrega esses mesmos casacos, em roupagem melhor, para quem me ajudou. Afinal, só apareço em Curitiba no inverno mesmo.

Algum tempo se passou e em meados dos anos 90, conheci Malu, uma moça que veio do Nordeste para trabalhar em Curitiba.

Malu afirmou que no primeiro dia em que chegou na capital do Paraná, veio apenas com short e camiseta. Porém o dia estava muito frio. Assim, ela parou na Rua Quinze de Novembro, quando, de repente, uma adolescente com sete casacos se aproximou. Desse jeito, a jovem tirou um dos casacos e colocou no corpo de Malu:

- Sou a Maria dos Sete Casacos, como você está com frio, dou esse presente para sua pessoa.

Reza a lenda que nos dias mais frios, no inverno, a Maria dos Sete Casacos aparece entre a Rua Quinze de Novembro e a Praça Osório.

Luciana do Rocio Mallon

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