sábado, 28 de outubro de 2017

(Crítica) Slasher 2 Temporada

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Olá viciados em séries, vocês já conhecem "Slasher"? Série original Netflix que mistura suspense, terror e como o nome já sugere, aquele clássico gênero Slasher.
Quando a segunda temporada foi lançada, em muitos grupos e postagens eu percebi uma divisão entre o público. Eu particularmente como adoro o gênero e procuro assistir tudo relacionado, tive minha taxa de decepção, mas também tive a de aceitação, claro que a série possui seus altos e baixos, algumas partes se prolongaram demais, outras só serviram pra como dizem "encher linguiça", mas tenho que admitir que em muitas partes eu me surpreendi, principalmente ao desfecho, nossa como me surpreendeu.
A trama nos leva a cinco amigos que trabalham como monitores em um acampamento de verão, no começo tudo é normal, o lugar é cheio de harmonia, todo mundo parece se dar bem, até conhecemos a nova monitora chamada Talvinder, em pouco tempo ela ganha a confiança dos novos colegas de trabalho e por ter uma certa beleza acaba chamando a atenção dos rapazes. No começo tudo é belo, Talvinder parece muito adaptada ao local e acaba se tornando parte do grupo, muito afetuosa ela começa a criar laços e ai tudo começa a desmoronar, ao longo que o tempo passa se percebe uma garota extremamente manipuladora e egoísta. Irados com algumas atitudes dela, os amigos então resolvem efetuar uma vingança, no começo era apenas para ser um susto, nada mais que isso, mas é então que as coisas acabam saindo fora de controle e Talvinder acaba morta. Em pânico com o desfecho  que o crime possa dar, eles então escondem seus restos mortais e forjam um novo culpado.
Após cinco anos passado o crime, os amigos resolvem voltar ao local com medo de os novos moradores do acampamento encontrar o corpo da garota. A partir dai uma série de assassinatos começam a acontecer e todos presentes parecem esconder segredos.
*****
Quando eu li sobre a série, me veio muitas lembranças do filme "Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado", realmente tem algumas semelhanças e se você gosta do filme não exite em assistir Slasher.
A série possui um formato muito semelhante a de AHS (American Horro Story) onde cada temporada possui uma nova história e alguns personagens de temporadas passada podem aparecer em novos papéis. Uma mistura de flashbacks entre o passado e o presente é carteirinha carimbada durante os episódios. O uso de violência nas cenas de assassinato é para ninguém colocar defeito, você vai se deparar com muito sangue e com constantes calafrios.
Apesar do misto entre o clichê e o terror psicológico, a sim muitas qualidades e a série merece sim ser vista, como eu havia falado não precisa ter visto a temporada anterior, cada uma é independente da outra.
Espero que tenham gostado da dica, lembrando que como original Netflix vocês poderão encontrar tudo lá, não deixem de assistir e deixar nos comentários o que acharam.

sexta-feira, 27 de outubro de 2017

[Resenha] A Coisa que Espreita no Escuro de Isaque Lazaro


Olá leitores!

Que atire a primeira pedra quem nunca ficou encabulado com sons ou vultos vindos de um comodo escuro ou lugar mal iluminado. Ainda na infância muitos pais (principalmente os meus) sofreram muito comigo e meu medo de escuro (ok, pavor, confesso), e do que espreita lá. Depois de adulta (não faz muito tempo), eu superei esse medo, mas se eu puder acender a luz, lógico que ascendo!

Esse conto é especial, assim como o conto que publiquei anteriormente, da Gisele, pois ele também foi publicado na Andross Editora, e foi indicado para receber o Prêmio Strix, onde os contos publicados passam por uma seleção, e os finalistas recebem uma estatueta de coruja- símbolo da editora- em uma cerimônia digna de Oscar.

Livro: Tratado Oculto do Horror
Conto: A Coisa que Espreita no Escuro
Página:217

SINOPSE: 
Todo aquele que abrir este livro cruzará o limiar do horror, ficando desde já acordado que todo sangue derramado será usado como combustível para pesadelos, dores e lágrimas. É um pacto pessoal, porém transferível. O leitor deixará sua carne, sua alma, mas poderá condenar alguém a tomar seu lugar tão logo entregue este tratado a outra pessoa. No entanto, tudo tem um preço.

Art by Ali Du Designer
RESENHA:
Alguma vez na sua vida você já teve pesadelos enquanto dormia, e acordou com aquela sensação de que o que assombrava os seus sonhos, te perseguia depois de despertar? Tipo o tio Fred. E despertar de um pesadelo na hora mais temida do dia, quer dizer, da noite, na hora em que o véu que separa o mundo dos vivos e os mortos se abre, por um minuto inteiro criaturas do inferno transitam pela terra espalhando caos e terror para os despercebidos e mortes inexplicáveis aos distraídos? E aquelas noites no breu, porque a distribuição da luz elétrica foi temporariamente interrompido? E se juntar essas três ocorrências juntas?

Mas o que é essa coisa?

Um serial killer? Fruto de uma imaginação fértil e doente? Um ser sobrenatural que realente passou pelo véu fugindo do inferno? Aí é com você leitor, deixe sua imaginação te guiar...

O que eu senti ao ler esse conto

Um pavor crescente como se estivesse realmente na pele do personagem Daniel, culpa dos detalhes sórdidos que Isaque se preocupou em colocar, e claro, no meu antigo medo (antigo, uhum, sei). Aquela angústia que você sente, esperando pelo momento certo para recuperar o fôlego, distensionar os músculos e perceber que tudo vai ficar bem com o personagem, principalmente com você. Devo adiantar que isso é inexistente e você sofre junto com Daniel, e sem pausa 😁.

Como outros leitores se sentiram

mar 23
Achei maravilhoso como a história pega uma situação que realmente acontece conosco, todos já passaram pela situação de faltar luz em casa e ir desesperadamente atrás do celular para clarear o ambiente, mas graças a essa leitura a experiência de ficar sem luz em casa sera bem pior agora obrigada RS.


Realmente sensacional ! a maneira como descreve o cenário de forma detalhada, e o jeito de fazer com que o leitor crie o "monstro", inconscientemente representando seus medos ... já fiz alguns amigos lerem este conto e após a leitura, a pergunta que fiz foi "como vocês imaginaram o monstro ?"

E então? Depois que ler esse conto, deixe seu comentário e responda: como você imagina o monstro

Compre na loja oficial da Andross
Leia esse conto no Wattpad

Resenha por Escritora Aline Duarte 
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quarta-feira, 25 de outubro de 2017

[Contos de Halloween] O Cemitério por Aline Duarte

Olá Darks!

Como prometido, postaremos conteúdos exclusivos de Halloween essa semana! minha participação é com um conto meu (escrito no domingo 😁 as pressas kkk). Fiquem com O Cemitério!


-Philip! Anda logo, já está todo mundo lá na rua nos esperando!- Anna, uma tenebrosa bruxa de Salem, com nariz verrugado preso por um elástico por cima da orelha, um vestido roxo de cetim com detalhes em renda e um enorme chapéu pontudo pendendo para o lado, calçando sapatilhas decoradas com aranhas de plástico, carregando em suas mãos um pequeno caldeirão preto escorrendo sangue falso, na faixa dos cinco anos de idade, gritou para seu irmão mais velho, um adolescente do oitavo ano vestindo roupas de adolescente do oitavo ano.

Ele resmungou antes de levantar da cama e descer preguiçosamente a escada, que termina em frente à porta da frente, e resmungou mais ainda com a cara feia de seus pais quando eles reclamaram porque ele não estava vestido com a fantasia feita artesanalmente em família durante o mês de outubro.

É uma tradição da família e do bairro, sair no dia 31 de Outubro, depois da abertura do evento na praça principal, às cinco horas da tarde, na casa dos vizinhos pedindo doces ou distribuindo travessuras. O filho mais novo coleta os doces e o filho mais velho faz as travessuras, uma brincadeira saudável passada por gerações, nada que agrida nenhum ser humano ou animal, ou a natureza.

No ano anterior, um senhor muito rabugento e mal educado da Rua Dos Mortos (no Halloween as ruas ganham novos nomes, o nome correto é Rua das Orquídeas, por causa dos enormes jardins de orquídeas em cada esquina), se recusou a distribuir os doces, Philip e seus amigos da escola ficaram a madrugada inteira fazendo barulhos e rangidos na casa desse senhor até ele ligar para a polícia dizendo que tinha espíritos de Halloween na casa dele. Foi muito engraçado.

Alguns amigos de Anna já os esperavam do lado de fora, era quatro e meia da tarde, os dois irmãos se despedem do Shrek e da sereia Ariel e caminham lado a lado até a calçada, onde seguem junto com seus vizinhos até a praça central, se encontrando no caminho com outros amigos.

Às cinco em ponto o Drácula, digo, o prefeito da cidade, da início ao evento dessa noite que não tem hora para acabar, distribuindo saquinhos feitos de tecido e com cara de abóbora laranjas com olhos e dentes pretos cheios de doces diversos e pequenos mapas de tamanho quadrado, com estatísticas de quais casas dão mais doces e quais já sofreram travessuras nos anos anteriores. Pegando seu saquinho, a bruxa horrenda Anna, seu irmão Philip e alguns amigos zumbis, aranha e os gêmeos duendes, saem pelas ruas decoradas para o evento.

Latas de lixo laranja com caras de abóboras decoram as calçadas das ruas, igual o saquinho de balas do prefeito, as casas possuem balões nas varandas, pisca- pisca de fantasmas, muitas velas e teias de aranha nos quintais. Na casa do Curinga e da Arlequina, o jovem casal sem filhos, Maison e Lucia tinham uma noiva cadáver no alpendre. Na casa do Pânico e da Unicórnio, senhor e senhora Leightsson, galhos secos e caveiras assustavam crianças pequenas. 

Já era passada das oito horas e Anna e seus amigos descansam em umas abóboras que serviam de decoração na calçada da Rua do Assombro, e eles se divertiam falando sobre suas experiências da noite, em quais casas receberam sustos, e em quais ganharam mais doces, preenchendo o pequeno mapa que será atualizado para o próximo ano, até que ouvem um barulho estranho, um gemido misturado com urro de animal, vindo do cemitério, no final da rua.

Todos logo se alarmaram, olhando uns para os outros e recolhendo seus doces, enchendo bolsos e sacolas, pois seus baldinhos trazidos de casa já estavam transbordando. 

-Não deveríamos estar aqui- disse o Zumbi, um garoto da idade de Philip, cabelos pretos curtos e corpo atlético- estamos muito perto do cemitério antigo, sabemos que o prefeito só proíbe o cemitério antigo neste dia. Ele estava certo e com medo, mas para Philip isso foi um desafio.

-Eu vou lá, o prefeito só quer nos encher de medo no dia de Halloween, só porque lá é o melhor lugar para se fazer travessuras- disse Philip mexendo os dedos como os mágicos em cima de suas cartolas. E partiu rumo o portão do cemitério.

Um arco de ferro que formavam o nome do cemitério guardava o portão principal, mais uns barulhos estranhos foram ouvidos, o que fez o pequeno grupo se encolher mais um pouco ficando mais unidos. Philip não teve problema em abrir o portão velho de ferro enferrujado que rangeu mesmo Anna tendo certeza de que não vira o irmão encostar-se ao portão. E ele caminhou até o grupo o perder de vista.

-Não deveríamos ter deixado meu irmão ir- Anna disse ao menino zumbi, e em um tom mais alto- muito menos sozinho!- Ana fitou o rapaz com raiva.

-E você acha que alguém ia conseguir parar ele?- A maioria concordou, sabem quanto Philip é teimoso.

Anna lidera o grupo até o portão do cemitério, por onde viu pela ultima vez seu irmão Philip, claro que o medo a assombrava, sentia um misto de ansiedade, medo e calafrios, mas de longe era a mais corajosa do grupo de crianças e adolescentes, Philip a ajudou com isso, com travessuras durante o ano todo.

Quando estavam apenas três metros do portão, olhos arregalados fitaram Philip caminhando tranquilamente com as mãos nos bolsos e um olhar estranho. "Esse não é o meu irmão" Anna pensou e recuou alguns passos.

-Eu disse que lá não tinha nada!- Philip de repente disse sorrindo e abrindo os braços. 

-Ei cara, onde conseguiu essa fantasia de Dona Morte?- Disse o Demônio, vizinho da rua de trás do Zumbi.

-Essa fantasia eu e minha família fizemos- ele respondeu olhando para sua irmã, fazendo os outros olharem na sua direção, ela alguns passos mais distantes agora- é tradição, não é irmã?

A criança apenas assentiu, o medo estampado na testa e o cheiro de morte no ar. Algo no baldinho dos vizinhos chamou a sua atenção, o sangue da decoração, que antes era seco, agora estava mais brilhoso, gosmento e escorria até pingar no chão, e os doces se mexiam, pareciam ter vida.

Logo todos perceberam para onde Anna olhava e ao olhar para seus baldinhos os jogaram no chão incrédulos, o que tinha acontecido? Era travessura dos vizinhos que lhes deram os doces? Na dúvida largaram no chão assustados.

Philip, ou o quem quer que seja, tinha o olhar e o sorriso presunçoso estampados na cara, então Anna começou a andar, de costas mesmo, se afastando mais, depois se virou para andar mais rápido e depois a certa distancia a correr. Ninguém mais entendeu nada e o grupo começou a seguir a criança, com Philip na retaguarda.

Estavam tão absortos no que poderia estar acontecendo que não notaram que por onde Philip passava, a decoração ia criando vida, e saia à caça de alguém para matar. O esqueleto na porta do senhor e senhora Magisters, primeiro acertou o cachorrinho que dormia a seus pés, com o gancho, já que ele era o esqueleto do Capitão Gancho, depois quebrou o vidro da porta para destravá-la.

Philip atrasou o irmão mais novo do Zumbi, o segurando na retaguarda do grupo, que foi pego de surpresa pelo cavalo sem cabeça do vizinho da frente do esqueleto. Quando o garoto gritou de dor, o grupo percebeu o que estava acontecendo silenciosamente atrás deles. Zumbi desacelerou os passos para voltar e ajudar o irmão, mas o Demônio e sua irmã Anjo, o impediram, apressando o passo e tentando se afastar de Philip. E as decorações continuavam criando vida para matar.

-Esse ano vocês não vão escapar de mim!- Aquele que possuía Philip gritou para o grupo que corria à distancia- vamos amiguinhos, temos essa cidade para tomar- e saiu caminhando até chegar em frente à sua casa, seguido pelos seus liderados. Caminhou até a porta principal, fazendo as aranhas gigantes do chão saírem andando e os morcegos pendurados saírem voando.

A casa estava vazia e silenciosa, mas encontrou sua irmã encolhida em seu armário perto da janela. A criança podia sentir o cheiro de morte que exalava do que antes era seu irmão, ela sentia muito medo e sabia que era o fim.

-Olha quem está aqui... - e a menina gritou.

-Ei, calma, o que aconteceu? Eu estou aqui- o adolescente do oitavo ano vestindo roupas de adolescente do oitavo ano abraçou a criança com fantasia de bruxa que chorava e se debatia muito, e a ninou até se acalmar.

-Foi horrível- ela disse e tornou a choramingar.

-Calma maninha, foi só um pesadelo. Agora vamos, são quatro e meia e estão todos nos esperando lá fora. - Ele dá um beijo na irmã e caminha para fora do quarto.



Conto escrito por Escritora Aline Duarte 
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terça-feira, 24 de outubro de 2017

Resenha - MORTE NEGRA

Imagem:Google
Resenha – Morte Negra (Black Death em inglês)
Gênero: Terror / Suspense / Mistério

Lançamento: 11/6/10
Duração: 1h42’

Nacionalidade: Alemanha/Inglaterra
Direção: Christopher Smith

Roteiro: Dario Poloni
Disponível em: Netflix

Elenco: Andy Nyman, Carice van Houten, Daniel Steiner, David Warner, Eddie Redmayne, Gotthard Lange, John Lynch (I), Johnny Harris, Kimberley Nixon, Marianne Graffam, Sean Bean, Tim McInnerny, Tygo Gernandt.
Durante o período medieval, mais precisamente em 1348, a Inglaterra é assolada pela Peste Negra e a doença é vista como um castigo dos céus. Neste ambiente apocalíptico o cavalheiro Ulric e seu séquito vão a uma aldeia no meio do pântano onde a peste não atinge a nenhum de seus moradores e cuja imunidade aos olhos da igreja da época se devia à ação de necromantes e bruxas. Para tanto precisam da ajuda do monge Osmund para guiá-los. Depois de perigos e enfrentamentos na viagem, será na aldeia que os segredos de todos serão revelados e sua bravura e fé serão testados.
O filme demonstra como pode ser cruel e intolerante a mente dos fanáticos religiosos, sua visão deturpada de misericórdia e como as paixões podem influenciá-los, tanto para o bem quanto para o mal. Além do dilema que os aflige, sobretudo quando o amor carnal conflita com os dogmas da religião. Isso é bem expresso quando Osmund, questiona Ullric: “Acredito que caçar necromantes e demônios sirva muito mais ao homem do que a Deus.”
De um modo geral a crítica avaliou o filme como de razoável a bom. Eu penso que poderia ter explorado mais o mistério e o sobrenatural. Tem momentos em que se arrasta, mas no cômputo geral é um bom filme. Mas não daqueles que eu veria novamente, mas, para quem não viu, eu recomendo.

segunda-feira, 23 de outubro de 2017

Semana Halloween Dark Books

Olá Darks, hoje venho fazer um convite rápido a todos vocês. Como já sabem, dia 31 será Halloween e como o dia das bruxas tem tudo a ver com o blog, resolvemos fazer uma semana inteira dedicada ao Halloween. Fiquem espertos porque terá diversos conteúdos exclusivos, serão contos, resenhas, curiosidades, dicas de filmes e séries, tudo para você já ir entrando no clima de Halloween.
Posso garantir que está sendo preparada muita coisa legal. Então amanhã terça-feira fiquem ligados no blog e se surpreenda com o que estamos preparando. 
Esperamos todos e não esqueça. Gostosuras ou Travessuras.

domingo, 22 de outubro de 2017

Resenhas

Salve leitores, tudo bem com vocês?

Você sabe o que resenha de um livro?

Você já leu uma resenha de um livro?

            O conceito de resenha eu aprendi no ensino médio, basicamente é um texto dizendo o que você gostou em um livro o que você não gostou e os porquês de ambos, e no final uma visão geral dizendo se você indicaria ou não este livro para seus amigos ou para quem gosta de ler.

            A resenha é algo que faz parte da vida de todo o escritor a partir do momento que seu primeiro é publicado, é algo que assusta muitos, mas é necessário e é onde entra também as parcerias literárias, fazer parcerias literárias com outros resenhistas é algo que ajuda na divulgação de seu livro, mas como em tudo nessa vida existem os bons resenhistas e existe o que se dizem “resenhistas” que muitas vezes não leem seu livro, leem pela metade e só critica a história o que acaba fazendo seu trabalho não ter o valor devido.

            Eu sempre digo que toda história merece ser lida e contada, o que muitas vezes falta para o escritor é o publico alvo certo o que hoje em dia não é difícil de encontrar graças a internet, a divulgação muitas vezes ainda é um luta para o escritor, mas eu sei que um dia isso muda, já está mudando só precisamos continuar acreditando.

            Mas Renato, quem pode ser resenhista?

            Qualquer um que tenha um blog, uma página (site) ou um canal no youtube, basicamente deve ter uma rede social destinada para isso.

            Porem existem alguns requisitos para ser resnhista.

            Primeiro: Precisa gostar de ler muito.

            O resenhista precisa gostar de ler, pois mesmo que sejam poucas pessoas, essas pessoas (seus seguidores iniciais) aguardam sua resenha para saber que o próximo livro procurar.

            Segundo: Precisa ser imparcial.

            Seja um livro de um amigo ou não, o resenhista deve ser imparcial em sua leitura e analise, resaltando os pontos positivos e os pontos a desenvolver em uma história sempre concluindo o que mais agradou no livro.

            Terceiro: Termine o livro.

            Termine sempre de ler o livro, lembre-se sempre do escritor que escreveu aquele livro, as vezes algo nele pode ter surpreender e muito mudando totalmente o seu conceito sobre a história.

            Quarto: Converse com o autor do livro.

            Sempre procure trocar uma ideia com o autor do livro sempre que possível as vezes algo que você não entendeu no livro ele pode te ajudar a esclarecer, digo isso por mim também, minha história é bem complexa.

            Quinto: Sempre que possível compre o livro físico do autor.

            Não existe maior incentivo para um autor do que ver um resenhista comprando o seu livro, ou caso o autor queira doar o livro físico para o resenhista em questão, mas sempre que possível compre o livro do autor.

            Sexto: Proibido cobrar.

            Acredite se quiser existe resenhista que cobra para resenhar um livro, isso é crime, não se pode cobrar para resenhar um livro, nunca.

            Então se você deseja ser um resenhista com esses passos, você pode começar a ajudar outros escritores a realizar o sonho deles, por que na minha opinião toda ajuda na literatura é válida.

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Até mais.


domingo, 15 de outubro de 2017

O que te motiva a escrever?

Salve leitores, tudo bem com vocês?

            O assunto de hoje é algo que todo escritor tem quando escreve, um motivo ou motivação se preferir.

            O que te motiva a escrever? Muitos vão falar que é o sonho de ter um livro publicado.

            Mas a motivação é aquilo que te dá forças mesmo quando você não quer mais escrever, seja uma pessoa, uma situação ou uma meta.

            Quem já escreveu um livro sabe que é um trabalho árduo delicado e muitas vezes criticado, pois acredite os escritores no Brasil deve ser os mais criticados em toda a terra.

            Quando eu tinha algum problema eu entrava no meu quarto e disparava a escrever, tinha na escrita um refugio dos meus problemas na vida real e isso me fortalecia a ponto de vencer meus problemas reais, então a minha motivação eram os meus problemas, estranho não é?

            Um amigo meu só conseguia escrever quando estava deprimido, e o livro dele não é deprimente por incrível que pareça é misterioso e você sempre quer sempre saber como vai terminar determinada história.

            Claro que pelo menos no meu caso eu não precisava mais esperar aparecer um problema para escrever até que porque os problemas nunca acabam, com o tempo os escritores, aqueles que vão realmente seguir a carreira literária, vão sentir que a escrita faz parte deles e que se eles ficarem um dia sem escrever não vão sentir seu dia completo.

            A sua motivação para escrever pode mudar ou não, mas no final você vai sentir que o que vai te motivar de verdade é a vontade de escrever cada vez mais.

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terça-feira, 10 de outubro de 2017

[Resenha] O Último Conto por Gisele Honorato

Olá Leitores!

Sentiram falta de resenhas de terror? Eu senti! E por isso hoje trago uma super novidade! Na semana do Oitavo Congresso literário, RPG, Quadrinhos e outras mídias nerds, o Livros em Pauta (mais informações no final do post), não pode faltar uma brecha sobre os lançamentos da Editora Andross, nesse dia.
Entre todos os onze títulos antológicos que serão lançados neste dia, vou ressaltar aqui o Linha Tênue, e vou apresentar o terror descrito pela autora Gisele Honorato no conto O Último conto.
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Antologia: Linha Tênue
Título: O Último conto
Autora: Gisele Honorato 
Página: 123
Organizador: Alfer Medeiros
Editor: Edson Rossato
Editora: Andross

Resenha

Bloqueio literário, a maior sombra que ronda escritores do Brasil e mundo, inclusive já foi falado aqui no blog pelo Blogueiro e YouTuber Renato Lira. Gisele explora isso com muita facilidade nesse conto, e vai mais além. 

Se você já passou por isso sabe o quão doloroso é, nos deixa impotentes, sabemos o quão perfeita a história será, mas não conseguimos por no "papel". Às vezes sabemos o que queremos escrever, mas não conseguimos transformar as cenas em nossa cabeça em palavras, ou frases inteiras, outras vezes é tudo um breu, branco, vazio.

E se coisas estranhas acontecem durante esse processo? De repente vem uma inspiração sobrenatural, tanto que não conseguimos simplesmente desgrudar do notebook, e a história ganha vida e ressurge das sombras com morte e sangue. Mas de onde veio essa inspiração...

Hipótese 1

Muitos religiosos explicam que para cada ação nossa em vida, existe um espírito que é guiado até nós através dessa ação, para nos ajudar ou não. Meu palpite é que essa inspiração seja de algo sombrio, desses espíritos perturbados que sugam nossas energias, em troca de ideias macabras para escrevermos.

Hipótese 2

Existe uma lenda urbana (em Sobrenatural, sim!), onde tudo o que você acredita se materializa, e usarei para explicar minha hipótese. Inspiração. Tudo o que a escritora do conto pensou sobre sua história se materializou ali tão perto.

Hipótese 3

Ainda sobre inspiração. Ela pode vim de várias formas diferentes e essa inspiração pode ser bizarra porque a história é também, e com um pouco de ansiedade, agregado a falta de sono, excesso de café, dentre outras coisas que acontecem com a escritora, pode dar essa imaginação fértil.

Pontos positivos: abre as portas para um conto ou livro, baseado no que a escritora do conto escreveu.

Quer ler esse conto entre outros que está na antologia Linha Tênue? Encomende o seu direto com a autora!

Facebook: Gisele Honorato
8º Livros em Pauta 

Data e hora: 14 de outubro de 2017, a partir das 10 horas, evento principal às 15 horas
Endereço: R. Domingos de Morais, 1581 - Vila Mariana, São Paulo - SP

Site: Livros em Pauta
Facebook: Evento Livros em Pauta
Instagram: @livrosempauta

Eu estou participando também, com um conto nada romântico, Sonhos Distantes, no Sem mais, o amor, saiba mais nas minhas redes sociais:
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domingo, 8 de outubro de 2017

Política Literária

             Salve leitores, tudo bem com vocês?

            Hoje eu vim falar de um assunto não muito agradável, mas necessário no atual momento do nosso país, a política.

            Não se preocupe, eu não vim dar aula de história e muito menos tentar te converter a ser esquerdista ou de direita até porque a política em geral tem me decepcionado.

            Mas você me pergunta. Renato o que política tem haver com literatura?

            Eu te digo, tem tudo haver e te pergunto o que você sabe sobre a história da política em nosso país? Quais caminhos trouxeram a situação que vivemos hoje? Lembrando mais uma vez que não vim dar aula de história, mas eu sempre digo que ler é conhecimento e isso nos levar a ler livros de política para podermos votar o mais consciente possível.

            Não sei qual o seu partido político, mas um dia eu estava conversando com um amigo que entende bastante de política e eu dizia que precisamos de um livro de política que seja claro e objetivo apontando os pontos positivos e negativos dos dois principais partidos que regem nosso país, muitas vez o povo fica confuso na hora de votar e aqui eu ataco um canal de televisão que eu acho que todo mundo sabe qual é, que manipula toda a sociedade, o povo brasileiro precisa buscar outras bases de informação não acreditar em uma única fonte.

            A situação literária do nosso país não está fácil e o nosso atual presidente ainda queria acabar com o ministério da cultura, se havia alguma possibilidade de eu votar nele, essa possibilidade acabou naquele momento. Precisamos ler mais para conhecer os caminhos de nossos partidos sem se basear em propaganda eleitoral, se você quer votar consciente o momento de buscar informações é agora.

            Se você é escritor e está escrevendo um livro sobre política ou pensando em escrever um livro sobre política eu peço como um eleitor seja claro, mostre as duas faces de sua linha partidária assim quem quiser votar em um determinado partido votará sabendo tudo o que fez de bom e de ruim para o nosso país.

            Sei que não é um assunto bom de ler, mas é necessário.

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Até mais.

domingo, 1 de outubro de 2017

Cultura Literária



Salve leitores, tudo bem com vocês?

Quando uma história surge em minha mente a primeira coisa que eu imagino é o local, depois a época e então os personagens, mas mesmo com todo o enredo montado, preciso fazer algo, pesquisar.

Mas aí você pensa, minha história está toda na minha mente, não preciso pesquisar nada, e é aí que muitos escritores erram e tem grandes chances de estragar a história e possivelmente realizar várias modificações.

Por mais que sua história se passe no local que você mora, há sempre a necessidade de fazer uma pesquisa local, de costumes, de gírias, de comidas típicas entre outros, porque algo que conecta muitos leitores co os livros são os detalhes locais, algo que chamo carinhosamente de cultura literária.

Nossa mente é livre para criar um mundo inteiro, mas eu gosto de buscar inspirações, na culinária, nos locais turísticos e em algo mundialmente conhecido, por em exemplo, quando você ouve França, as quatro coisas vem a mente é, Torre Eiffel, perfumes, moda, croissant e um extra para os mais patriotas, o famoso pão francês.

Então quando for criar uma história busque pesquisar os locais, eu sou de São Paulo, mas em todo o estado existem cidades com seus sotaques além dos sotaques típicos de outros estados, mesmo que a sua história se passe uma cidade pequena do interior procure aprender sobre a história da cidade, pois acredite seus leitores te apreciaram muito mais, afinal ler é cultura, ler é esporte e principalmente, ler é conhecimento.

Pesquise, aprenda, leia e escreva.

Pessoal, esse foi o texto de hoje se você tem algum livro escrito já publicado, no meu canal do youtube eu tenho um quadro chamado dica literária onde eu divulgo livros de outros autores, se você tiver o interesse não precisa me mandar o livro, só algumas informações que eu vou solicitar, é uma ação gratuita, vou deixar o meu e-mail e você me manda um e-mail com o assunto dica literária que eu já vou entender e te responde pedindo informações como sinopse, capa do livro entre outros.


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Até mais.


domingo, 24 de setembro de 2017

(Mini Resenha) Contos Exclusivos do Grimório das Bruxas

Resultado de imagem para contos exclusivos do grimório das bruxas
Nome da autora: 
Cintia David e Marcia Lopes

Titulo do livro: 
Contos Exclusivos do Grimório das Bruxas

Há muito tempo, um grimório se perdeu nas eras. Nele, além das receitas das bruxas, haviam histórias sobre feiticeiras boas e outras terríveis. O grimório foi encontrado e está agora em seu alcance. Dois contos foram dele retirados. Tome cuidado, pois ao lê-los, sua mente será visitada por essas bruxas mencionadas nele.

Em " A última curva", Beck queria apenas chegar em casa após uma viagem de carro, a escuridão da estrada a assombrava, mas o que ela não sabia era que aquela escuridão a traria mais do que um simples sentimento de angústia.

Enquanto o namorado dirige, ela tenta ignorar as coisas estranhas que acontecem no meio do caminho. Porém, após capotar na última curva, ela percebe que terá que enfrentar algo muito maior do que o medo bobo de andar na estrada. Há alguém esperando por ela e uma decisão a ser tomada que poderá custar a vida de algumas pessoas que ama.

A Última Conexão narra a história de um amor proibido, que te teve início com uma amizade quase que fraternal entre Marcela e Fernando, um homem mais velho e comprometido. Enquanto o amor buscava os atrair, o destino e as escolhas os separavam, e o sobrenatural os assolava.

Mini biografia do autor:

  Cinthia David, é Bióloga, atriz e professora de Inglês. Aos vinte e poucos anos, descobriu- se, também escritora. Amante dos livros desde pequena, sempre sonhou em criar mundos ond eos leitores pudessem mergulhar com veracidade e desfrutar de realidades totalmente novas. Costuma postar alguns contos nas platafornas Luvbook e Wattpad. Escreve sobre o pseudônimo C. David, que também é o nome da página que a autora mantêm no facebook.

 Marcia Lopes, 47 anos, paulista, blogueira. Dona do blog Mundo Literário. Louca por série e livros de terror, thriller psicológico, policial... mas não dispensa outros gêneros.

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Até mais.
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