segunda-feira, 5 de março de 2018

(Crítica - FullMetal Alchemist)

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Resenha – FullMetal Alchemist (Em português O Alquimista de Aço)

Data de lançamento 19 de fevereiro de 2018 (Na Netflix)
Duração: (2h 15min)
Direção: Fumihiko Sori
Elenco: Ryôsuke Yamada, Tsubasa Honda, Dean Fujioka mais
Gênero: Ação
Nacionalidade: Japão

Sinopse:
Depois de perderem sua mãe, Edward e Alphonse Elric tentam trazê-la de volta a vida usando uma técnica de alquimia proibida. Contudo, o principio básico de Alquimia é a “Troca equivalente” e tentar ressuscitar alguém tem um preço muito alto, Ed perde sua perna, e Al perde o seu corpo, ele consegue selar a alma de seu irmão dentro de uma armadura metálica, dando em troca seu braço. Anos depois Edward (com duas próteses de metal) e Al (ainda preso na armadura) deixam a sua cidade natal. Edward que possui um talento para alquimia, se torna um alquimista com certificado nacional pelo exercito e passa a ser chamado de “Alquimista de Aço.” Mas o verdadeiro objetivo dele é encontrar a pedra filosofal, na esperança de recuperar seus corpos originais.
FullMetal Alchemist é um dos animês mais conhecidos em todos os tempos, por ser um animê antigo e bem conhecido, quando vi o lançamento da netflix logo pensei “Vix... Será que vai dar ruim que nem DEATH NOTE?!” (sim fiquei decepcionada) Mas para a minha surpresa esse Live – Action realmente superou as minhas expectativas, até por se tratar de atores japoneses , sim eles conseguem nos surpreender.
Fiquei realmente de boca aberta quando comecei a assistir. E se tinha algo que poderia dar muito errado, definitivamente seria o gráfico, Pois a própria história exige muito disso, mais se tratando de uma direção japonesa não fiquei surpresa com a perfeição que eles usaram em cada detalhe desse filme, os efeitos especiais são satisfatórios dentro do contexto, principalmente na
construção de Al, que necessitava de efeitos digitais para ter um visual fiel, mas tendo em vista que a produção é da Warner Bros.
Fullmetal Alchemist agrada os fãs de animês e principalmente os que não conhecem vão ficar interessados pela origem do filme em si, no final deixa um ar de que terá continuação, mais como andei pesquisando e ainda não teve noticias de um segundo filme, podemos ter certeza de que logo sairá novidade.
E a visão que eles querem mostrar além da história, é que a ciência derrubou as barreiras com o uso da alquimia e da robótica, você vai ficar encantado com os cenários do filme e os atores, além das cenas de ação, ele acerta em todos os aspectos, vale à pena conferir.


domingo, 4 de março de 2018

O Bater de Suas Asas

Salve leitores, tudo bem com vocês?

Antes de começarmos a resenha de hoje eu queria avisar que fiquei duas semanas sem postar aqui no blog porque estava com um problema técnico, mas agora estou de volta então vamos para a tão esperada resenha.

Leitores essa resenha é do terceiro livro da trilogia “A mão esquerda de Deus” os dois primeiros livros também estão resenhados aqui no blog.

O bater de suas asas começa de uma maneira um tanto intrigante, há uma nota dos editores antes de iniciar a história, uma nota onde foram colocadas como decisão da corte dos Estados Enidos, o motivo pelo qual ocorreu isso vocês vão precisar ver por si só.

Thomas Cale por algum motivo está novamente fora do santuário, tudo indica que ele está escondido, mas o que ocorre com ele é muito mais aterrorizante do qualquer coisa que possa ter acontecido em toda a sua vida, sua alma está morrendo e isso está influenciando tanto fisicamente quanto psicologicamente, acobertado por Idris Pukke e Henri Embromador todo e qualquer tipo de tratamento não parece surgir efeito, e da mesma forma que aparecem os sintomas eles desaparecem.

Sua fama como o anjo da morte cresce por onde quer que vá e isso faz crescer os olhos de algumas pessoas a ponto de fazer de tudo para matarem ele.

Juntamente com Henri Embromador ele saí da hospedaria onde era mantido sobre vigilância 24 horas por dia para colocar em plano a sua vingança contra o santuário e contra Bosco.

Com o auxilio de Henri Embromador, Kleist, Idris Pukke e Vipond eles motam um verdadeiro exercito então a guerra contra o santuário começa.

Confesso que o fim não me agradou muito, esperava mais já que era o fim de uma trilogia.

Referente à escrita foi perfeita, não há o que falar, a linguagem é atual, o que facilita a leitura de todas as idades e gêneros, se você gosta de livros de guerra e estilo medieval este livro é super recomendado para você.

Tirando o final, todos os acontecimentos do livro me agradaram, o que mais me atraiu foi a jornada e a forma de como saiam de cada emboscada, algo que chamariam hoje digno da ação divina.

Pessoal eu recomendo este livro pois a nota que é colocada no inicio dele indica que essa história vai muito mais alem do que uma simples história de ficção.

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Até mais.



sexta-feira, 2 de março de 2018

A literatura em "Cinquenta tons de cinza"...

Cinquenta tons de Cinza...ou Cinquenta tons de Terror... (E. L. James)

Olá leitores!
Hoje eu poderia simplesmente indicar um livro, apontar os pontos positivos e negativos, sem ter realmente a certeza de que alguém irá ler.
Não, hoje não indicarei livro algum, não diretamente, porque tem me causado estranheza nos grupos de leitura a falta de informação no campo literário. Outro dia, um jovem disse que no Ensino Médio enfiaram-no goela abaixo grandes clássicos da literatura nacional, como se isso fosse algo absurdo. Digo a todos, a literatura trata de homens, por isso, é designada a ela a área de humanas. Para vocês entenderem melhor esse universo, a literatura é dividida em movimentos e esses movimentos ocorrem em determinados momentos históricos, não importa o século, então é necessário que se agregue a essa esfera conhecimentos geográficos, históricos, filosóficos e outros afins.
A grande polêmica que me trouxe a essa discussão situa-se na trilogia de Christian Grey, o enigmático personagem do livro “Cinquenta tons de cinza”. Esses três livros têm causado ou admiração ou ojeriza. Então pontuarei pontos positivos no campo da literatura. Fazendo um percurso na evolução do homem no meio literário.
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No romantismo, o homem tinha uma visão subjetiva de seus sentimentos e emoções em relação ao mundo. Era um ser mais sonhador. No realismo, já deparamos com o homem que fala da sociedade onde vive, das intrigas e desacertos que ocorrem em sua volta como se esses fatos nunca o atingissem, surgem as frases “Graças à Deus não é comigo” ou “Antes ela do que eu”. Em paralelo ao realismo, ocorre o movimento Naturalista que vê no homem um ser com certos comportamentos patológicos, aqui podemos perceber a descrição de questões psicológicas (ligadas a fatores biológicos) que atingem as personagens. A ciência vê o homem como objeto de estudos, porque alguns de seus comportamentos são vistos como algo doentio, o que os levam a ter tendências a "desvios morais". Dando um salto aonde quero chegar, em Cinquenta tons de cinza,  já vemos a possibilidade de o homem ser controlado. Christian Grey é amparado por um psiquiatra e toda uma equipe conhecedora de seus problemas. É rico, porém há a ocorrência pincelada de seu passado, o qual não fora fácil. Se Christian fosse criado no período naturalista provavelmente ele mataria suas mulheres, pois tem grandes traços de um psicopata e esses livros seriam um prato cheio para os admiradores do terror causado pelos humanos. Mas, a literatura vem nos mostrar que o homem pede controle, em qualquer momento da vida.  Precisamos fazer leituras com cortes mais profundos, pois a função da leitura está além de somente nos trazer prazer, ela também nos controla.

PS: A nossa literatura ainda está nesse processo de transição...

Fica a dica!

segunda-feira, 26 de fevereiro de 2018

(Critica - Pequeno Demônio)


Resenha – Pequeno Demônio (em inglês Little Evil)
Lançado:  01 de Setembro de 2017 (na netflix)
Duração:  95 min
Nacionalidade: EUA
Direção: Eli Craig
Elenco:  Evangeline Lilly Adam Scott Bridget Everett Owen Atlas Kyle Bornheimer Chris D'Elia Donald Faison Carla Gallo Tyler Labine Brad Williams Clancy Brown Sally Field
Gênero:  Comédia, Terror, Drama

Sinopse:
Gary Bloom acabou de se casar com a mulher dos seus sonhos e estava se mudando para uma vizinhança tranqüila e amigável. Tudo era perfeito, exceto por um pequeno detalhe de apenas 5 anos: seu enteado. Para uma criança que se pensava ser peculiar, acaba tornando-se o mal encarnado. E assim Gary vive esse dilema de tentar ser um bom pai e manter o casamento perfeito ou pular fora antes de alguma tragédia.
A história foca nos problemas conjugais enfrentados pelo padrasto tentando agradar sua nova mulher, enquanto desconfia cada vez mais que seu enteado que é mal encarado. No entanto parece existir algo errado com Lucas que passa boa parte do tempo sozinho ou brincando com seu fantoche em forma de bode chifrudo. Gary acha que simplesmente está tendo dificuldades de relacionamento com o menino até que coisas estranhas começam a acontecer como o palhaço da festa de aniversário do moleque pegar fogo ou perceber em um vídeo que o padre não falou latim na cerimônia de casamento e sim palavras de trás para frente. Sem contar quando o garoto tentou enterrar o próprio Gary vivo.
Sem saber o que fazer, Gary vai em busca de ajuda com a sua amiga que é responsável pelas melhores tiradas cômicas deste filme como uma lésbica altamente masculina que também é “padrasto” da filha da esposa, ela dá vários conselhos a ele e dicas de como manter um bom relacionamento com o garoto.
Pequeno demônio é aquele filme que te deixa de boca aberta, por que você começa o filme achando que é uma comédia tipicamente no qual o padastro não consegue se entender com o enteado, mais na verdade é um terror que em meio a algumas cenas de “comédia” e deixa de boca aberta com as coisas que o tadinho do Gary enfrenta, por que no final Lucas, além de ser um menino anticristo é meio possuído. Vale a pena conferir !

domingo, 18 de fevereiro de 2018

Sob os Olhos da Morte - Divulgação




Salve leitores, tudo bem com vocês?

Hoje vim trazer não uma resenha ou artigo, mas sim a divulgação de um livro que com certeza atrairá a atenção de todos.

O livro “Sob os Olhos da Morte” do autor Daniel Santana, para saber mais leia a sinopse abaixo.

Sinopse:
Quando se tem a vida de uma pessoa em suas mãos, a única coisa que se passa em sua cabeça é a de não deixar que ela escape.
Assim é a vida de Roberto. Um cardiologista conceituado que jurou lutar para salvar tantas vidas for possível, utilizando-se de todo seu talento médico, ao mesmo tempo em que busca nos meios espirituais, uma maneira de vencer o nefasto ANJO CEIFADOR.
Um policial chamado Davi lutará para impedir que assassinatos desenfreados sigam espalhando o medo pela cidade que ele jurou proteger.
Logo ambos se verão frente a frente em uma periculosa trama, quando sombras negras envolverem toda a pequena cidade paulistana de Miraranquara, trazendo consigo inúmeros mistérios, mortes e tragédias.
O Mal e o Bem rondarão os corações e as mentes de todos. Então a FÉ e a VIDA, fatalmente, terão os seus futuros traçados nas asas do destino.
Nesse mundo entre a luz e as trevas, cada página vai aproximar o leitor da solução desses segredos nefastos.

Link de onde ele está disponível para compra:
Clube de autores: https://clubedeautores.com.br/book/208396--Sob_os_olhos_da_Morte
Bookess: http://www.bookess.com/profile/danielsp/books/
Wattpad: https://www.wattpad.com/myworks/91083218-sob-os-olhos-da-morte
Amazon: https://www.amazon.com.br/dp/B01C7VF7E8
Página do Facebook: https://www.facebook.com/777.DanielSP.666/

Eu ainda não tive a oportunidade de ler este maravilhoso livro, mas quem leu me recomendou muito e não foi só uma pessoa que disse isso, em breve pretendo ler e assim trazer a resenha deste livro que me atraiu só pela capa.

Acima estão os links de onde você pode adquirir o livro e o canal no youtube onde você poderá conhecer um pouco mais desse autor que tem um grande futuro pela frente.


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Até mais.






sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018

Resenha do livro: Manuscritos do Mar Morto (Adam Blake)

Escolhi este livro porque ele traz elementos históricos que são fragmentos de textos encontrados em cavernas de QUMRAN, no Mar Morto chamados de “Os Manuscritos do Mar Morto”. Esses manuscritos traduzem porções de toda a bíblia hebraica, incluindo também livros “apócrifos” que (são os livros escritos por comunidades cristãs e pré-cristãs que reconhecem os ensinamentos de Cristo) e livros de regras da própria seita.
O livro começa com um terrível acidente aéreo que é o ponto onde se inicia uma série de investigações.

A policial Heather Kennedy, uma profissional com métodos diferenciados, é designada para investigar a morte acidental de um professor da Faculdade Prince Regent, mas a autópsia deste caso retorna com algumas descobertas intrigantes: o inquérito associa a morte deste professor às de outros historiadores que trabalharam juntos em um projeto secreto sobre um manuscrito do início da Era Cristã.


Em seu escritório, Kennedy segue com sua busca e não se sente tranquila ao perceber a direção para onde está sendo levada. O bom disso tudo é que ela não está sozinha neste tormento. O ex-mercenário Leo Tillman — seu futuro parceiro — também tem informações sobre estes crimes. E sobre a misteriosa organização mundial a que os crimes se relacionam… Escondido entre os pergaminhos do Mar Morto, um códice mortal pretende desvendar os segredos que envolvem a morte de Jesus Cristo. Entre um terrível acidente de avião no deserto americano, um brutal assassinato na Universidade de Londres e uma cidade-fantasma no México

O livro Manuscritos do Mar Morto de Adam Blake (pseudônimo de Mike Carey) é um thriller que mistura um enredo policial com um enredo de mistério. Seguindo esta linha, é uma história cheia de detalhamentos que prendem a atenção do leitor.

Os protagonistas Leo Tillman e Heather Kennedy acabam descobrindo que os crimes que investigam tem características em comum. Porém, esses crimes guardam um segredo que não pode ser revelado para a humanidade. (Alguém aí abriria a caixa de Pandora?)
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O interessante é o autor remexer em dados antigos relacionados à vida humana.

Neste livro, o importante são os crimes e o que os envolvem e não as personagens. Portanto, se o leitor busca uma história em que o importante é o enredo e não os seus agentes, irá gostar do Manuscrito do Mar Morto” porque a história humana ainda tem muitos mistérios, ainda mais o que cinge nossas crenças ou a falta dela.

Boa leitura!

segunda-feira, 12 de fevereiro de 2018

(Crítica) Onde está segunda?

Resenha – Onde está segunda (em inglês - What Happened to Monday)
Data de lançamento: 18 de agosto de 2017 na Netflix (2h 04min)
Direção: Tommy Wirkola
Elenco: Noomi Rapace, Glenn Close, Willem Dafoe mais
Gêneros: Ficção científica, Suspense
Nacionalidade: EUA, Reino Unido, França, Bélgica

Sinopse:
Em um futuro onde sós filhos únicos são permitidos, seis irmãs gêmeas tentam se esconder do governo enquanto procuram uma sétima desaparecida.
 
 Situado num mundo onde famílias só podem ter um filho, sete irmãs gêmeas dividem os dias da semana para poderem conviver no mundo, sendo cada uma nomeada com seu respectivo dia em que é permitido sair. (Segunda, Terça, Quarta, Quinta, Sexta, Sábado e Domingo) Quando Segunda desaparece, logo após subir de cargo em seu emprego, e as outras seis se preocupam com o  sumiço da irmã , todas se juntam para descobrir o paradeiro dela enquanto são caçadas pelas forças do governo, e elas tem que lutar para sobreviver, pois cada uma delas corre perigo.
  Quando comecei a assistir a esse filme pensei “nossa que filme chato” me surpreendi bastante pelas qualidades e problemas desse filme e a própria protagonista me surpreendeu por estar dividida em sete identidades, personalidades, multifacetadas através de peculiaridades físicas e psicológicas, Noomi Rapace é uma atriz esplêndida que me surpreendeu com esse filme que eu jurava que era chato, daqueles que dá sono rs. Só que, por ser este um filme que privilegia a ação, ela trás junto consigo mesmo, uma ficção  com um suspense que vale à pena conferir. A Netflix tem feito uns originais que ta cada vez mais ganhando fãs, e eu sou uma delas.

 

domingo, 11 de fevereiro de 2018

Leitor Beta

Salve leitores, tudo bem com vocês?

Primeiramente gostaria de me desculpar e justificar a minha ausência estas últimas semanas, o meu querido e maravilhoso PC teve um problema técnico e precisou ficar duas semanas no técnico, mas agora ele está de volta então vamos para o artigo desta semana.

Vocês já ouviram falar ou sabem o que é um leitor beta?

Acreditem se quiser é um termo novo para mim também, o leitor beta basicamente é aquela pessoa que lê o seu livro quando você ainda está escrevendo ele, pode ser um amigo ou algum familiar, mas o importante é que o leitor beta precisa ser alguém que te apoia, alguém que acredite no seu sonho e que sonhe junto com você.

Mas eu posso ter mais de um leitor beta?

Com certeza sim, mas tenha uma quantidade limitada, de preferência no máximo três, assim você vai poder ter o controle sobre correções e sugestões que eles te darão sobre sua história.

Posso aceitar todas as sugestões dos meus leitores betas?

Sim você pode, mas aceite aquilo que for conveniente para você, antes de tudo a história é sua e você escreve da maneira que preferir, nem Jesus agradou a todos, muitos escritores tem bloqueio literário por medo de desagradar sua rede de leitores.

A sua história tem agradar primeiramente você afinal o primeiro e original leitor beta de uma história é aquela pessoa que a escreve.

Um pensamento que eu sempre tenho é: eu gostaria de ler este livro que estou escrevendo? Se a resposta for sim siga em frente sem medo de ser feliz.

E então já sabe quem vai ser o leitor beta da sua próxima história?

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Até mais.

sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018

Resenha do livro Bruxos e Bruxas - O BEIJO de James Patterson e Jill Dembowski

Esse é o quarto livro da série, Bruxos e Bruxas e não é difícil sua compreensão, porque traz uma narrativa independente e coloca o leitor a par dos acontecimentos passados.

Durante os três livros anteriores da saga, é possível acompanhar os irmãos bruxos Whit e Wisty Allgood enquanto tentaram, contra todas as probabilidades, combater o mal que se instalou na cidade. O Único Que É O Único, assim chamado o vilão da história.

Whit e Wisty (protagonistas da série), agora membros do conselho buscam reconstruir a cidade depois de derrotar o antagonista mais malvado do mundo.

Tudo parece correr bem, quando surge uma nova ameaça encarnada na figura do tirano rei da montanha. Ele é um mago que resiste ao tempo e que deseja, a qualquer preço, dominar o povoado.

Sem água e prestes a ficar sem alimentos, a população conta com os irmãos Allgood para sobreviver.

O interessante é que o autor atualiza os fatos e cria um universo paralelo à nossa realidade, como se a magia andasse lado-a-lado com tablets e smartphones, essa tecnologia que nos fascina. Esse trocadilho agrada muito ao leitor. 

Geralmente, as histórias de magia se distanciam do nosso universo real e cai em um plano quase que impossível de acreditar na possibilidade de sua existência. Não é o que se vê por aqui.

A organização dos capítulos, também, é algo que merece destaque, porque causa um diferencial do que se vê em outros livros. Não há uma preocupação, por partes dos autores, em especificar o que ocorrerá. Isso ajuda na fluidez da leitura.

O livro traz dois focos narrativos. Um em primeira pessoa, que permite entrar bem no enredo e, principalmente, na mente de Whit e Wisty. Mas isso é desfeito em outros capítulos que transfere a narrativa para uma perspectiva em terceira pessoa em que os personagens coadjuvantes relatam os fatos pelos seus pontos vistas.

No entanto, há algo que no faz refletir sobre essa comunidade nada utópica. Nesse quarto volume da série, temos uma sociedade que acabou de sair de um regime de ditadura comandado pelo vilão da história e que é derrotado pelos irmãos Allgood. Parece que até aqui, tudo bem, só que não. A sociedade está literalmente quebrada e, agora, sob a ameaça de outro líder tirano e arrebatador, o Rei da Montanha.  
O que ocorre, neste caso, é um romance dentro de um contexto de ditadura. E não a ditadura dentro de um contexto romântico.

Segue uma prerrogativa do subtítulo – O Beijo. Por mais sarcástico que pareça, dá uma dica de como vai ser a história (um romance em tempos de ditadura). Isso mostra que mesmo em um cenário não muito atraente e com pouco perspectiva, ainda reside o "amor". 

Então, falar de bruxos e bruxas não é algo tão novo e também, não é algo remoto. Sempre iremos nos deparar com essas criaturas em algum momento de nossas vidas literárias.

Você, que é fã de Harry Potter, quando chegar aos quarenta, verá que outras versões de bruxos invadirão sua tela e seus filhos irão cair de queijo e ficarão fascinados. Essas histórias jamais sairão de nossas rotinas. Porque o mistério é fascinante, e a fantasia é um doce veneno que nos vicia.

Voilà!

segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018

(Crítica) VISÕES DO PASSADO

Resenha - Visões do passado ( Backtrack – em inglês )
Data de lançamento 31 de março de 2016 (1h 30min)
Direção: Michael Petroni
Elenco: Adrien Brody, Sam Neill, Robin McLeavy mais
Gêneros Suspense, Terror
Nacionalidades Austrália, Reino Unido, Emirados Árabes Unidos

O psicólogo Peter Bower e sua esposa decidem retornar a Melbourne, na Austrália, lugar onde se conheceram, para tentar começar uma vida nova e deixar o evento traumático que marcou suas vidas para sempre no passado: a morte de sua filha de 12 anos em um trágico acidente. Uma vez instalados na cidade, Bower recebe a ajuda do Dr. Duncan, que realiza uma triagem de pacientes e os encaminha para o consultório do psicólogo como uma forma de Bower retornar ao trabalho mais facilmente. Quando tudo parecia se acertar, quando a vida parecia voltar aos trilhos, Bower descobre um terrível elo entre alguns de seus pacientes que o obriga a retornar a sua cidade natal e a confrontar um dilema que só ele pode solucionar.

A história tem inicio quando Peter, um psiquiatra que acaba de passar por um luto cruel de sua filha Evie. Com a ajuda de seu mentor Duncan tenta continuar a atender seus pacientes, que não demora, descobre que são fantasmas que ele mesmo criou na sua cabeça devido ao luto que está enfrentando. A situação fica mais intrigante quando ele recebe em seu consultório uma garotinha com capaz chamada Elizabeth Valentine, que deixa em sua mesa um papel com uma seqüência numérica misteriosa, e simplesmente sai correndo como se nunca tivesse ido a seu consultório e ele fica se questionando se tudo aquilo é realmente real...
Assombrações podem vir de todo lugar, mas as piores são aquelas das quais não conseguimos fugir, que são os dramas no qual criamos em nossa própria mente. Uma das coisas mais aterrorizantes é ser tragado para uma cadeia de eventos dos quais não fazemos idéia de como lidar, esse filme se trata de um suspense com um pouco de terror, é um filme que prende principalmente pela curiosidade sobre o porquê de tudo estar acontecendo, mais um filme original netflix que pode te surpreender!
Ele escolhe tomar a pílula da realidade e não consegue lidar com o novo, e deseja a todo custo voltar à ilusão. Porém, como dizia Albert Einstein:
“A mente que se abre a uma nova idéia jamais volta ao seu tamanho original.”


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