domingo, 22 de julho de 2018

(Crítica - Cemitério Maldito)

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Crítica – Cemitério Maldito (Em inglês – Pet Sematary)
Lançado: 13 de outubro de 1989
Duração: 1 hr e 42 min
Nacionalidade: EUA        
Direção: Mary Lambert
Elenco: Dale Midkiff, Denise Crosby, Fred Gwynne, Brad Greenquist, Miko Hughes, Blaze Berdahl, Liz Davies
Autor: Stephen King
Gênero: Drama
Disponível na Netflix
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Sinopse:

Recentemente os Creeds se mudaram para uma nova casa nos arredores de Chicago. A casa é perfeita, exceto por duas coisas: os reboques, que vivem fazendo barulho na estrada, e o misterioso cemitério no bosque atrás da casa. Os vizinhos dos Creeds estão relutantes em falar sobre o cemitério e eles têm um bom motivo para tal comportamento. Gradativamente o casal toma conhecimento da verdade e ficam chocados ao saberem do perigo que seus filhos correm. Quando o gato da família morre atropelado, eles o enterram em um cemitério índio que tem o poder de ressuscitar o que for deixado naquele terreno, mas as consequências são inimagináveis.
Louis Creed é um médico que acaba de se mudar junto com a esposa Rachel e os filhos Ellie e Gage para os arredores do cemitério de bichos. Com uma casa grande e confortável, um emprego sólido como médico da faculdade local e a agradável vizinhança do simpático Jud Crandall a nova vida parece perfeita para os Creed. Mas as coisas começam a piorar quando o jovem Victor Pascow morre no consultório de Louis. Mesmo depois de seu coração parar de bater, ele abre os olhos e avisa ao médico que tentou salvar sua vida sobre o perigo que espera além do cemitério de bichos.

Louis se vê confrontado com a morte novamente quando Church, o gato de sua filha, é atropelado na estrada, e em seguida a empregada Missy se suicida. Ao menos para o gato, Louis encontra uma solução, ao acompanhar Jud para uma área de sepultamento indígena e enterrar o pobre bichinho. No dia seguinte, Church está em casa, de volta dos mortos e com um comportamento estranho e agressivo. Poderia terminar aí, mas a maior desgraça da vida de Louis ainda está por vir, e a tentação de ressuscitar os mortos é grande demais, mesmo com consequências aterrorizantes.
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São rara às vezes que vemos um filme de terror que a morte é retratada com um tanto realismo como em Cemitério Maldito. Ao falar em realismo, não me refiro a efeitos especiais ou mortes criativas, e sim sobre o efeito que a morte causa nas pessoas. Baseado em um livro de Stephen King com roteiro adaptado pelo próprio, e dirigido por Mary Lambert em 1989, Cemitério Maldito é um filme sobre a morte, o luto e o sepultamento. Seu lado mais perturbador não está ligado ao sobrenatural, e sim no horror de perder um ente querido, horror pelo qual todos nós teremos de passar algum dia. Vale a pena conferir!

sexta-feira, 20 de julho de 2018

Resenha do livro DIVINA PAIXÃO de Adrieni Latorre Real

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Divina Paixão começa  contando sobre a criação do mundo onde o bem e o mal surgiram. Seres místicos estão presentes por toda a história, mas o foco está o amor impossível entre dois seres de lados opostos. De um lado, uma vampira e do outro, um descendente de Arcanjo. (Por Taisa Ferreira Dias. Fragmento)
Olá Leitores!
Hoje, o Dark Books Blog traz para vocês um romance cheio de vampirismo e roubadas de sangue.
Divina Paixão é uma obra que romantiza a lenda do vampiro. Iniciativa esta que já ocorre desde meados do século xx, com a obra de Bram Stoker.
A retomada deste cenário de horror, mas que, obedecendo a um paradoxo de desafiar o pensamento humana, encanta o leitor pelas paixões proibidas e ao mesmo tempo possíveis de serem vividas, a obra de Adrieni é bem direcionado ao sujeito romântico. E quem diz que o romantismo não prevê sofrimento?
Nesse contexto, Vlad, o Conde Drácula vive uma maldição imposta por um demônio temido pela humanidade, Lúcifer. Mas o que ele não esperava é que iria se apaixonar por uma humana, Yelena.
Dizem que os humanos não são bons e nem maus, são simplesmente "agradáveis". Seguindo esta lógica, a narrativa se desenvolve apontando imperfeições nas ações alheias, mas que fomentam o sentido da vida e a continuidade de manter o mundo em uma eterna evolução. Evolução geográfica, evolução de ideias e evolução de sentimentos.
No pequeno fragmento acima, produzido por Taisa, é citado a criação do universo como início do livro. Parece que as primeiras criaturas não são dadas à perfeição. Isso é notório quando "anjos e demônios" travam uma guerra. E essa guerra divide os ideais humanos, o que gera uma dificuldade de relacionamento.
Dessa união entre Vlad e Yelena surge uma nova geração condenada a viver um amor impedido por uma maldição há muito tempo imposta por um ser do mal.
Será que a humanidade verá o bem vencer e o mal ceder ao verdadeiro amor?
Acompanhe esta história cheia de nuances e dúvidas, mas que deixará você com gostinho de quero mais. Está no wattpad.

Fica aí a dica para quem aprecia e acredita em nossos autores nacionais.

        

sexta-feira, 6 de julho de 2018

Resenha do livro O VILAREJO por Raphael Montes

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Olá Leitores!
Quando minha irmã, sutilmente, passou para as minhas mãos este livro. Ela disse meio que ressabiada: - Leia, você irá adorar! Mais velha que eu, uns três anos, minha irmã tem pleno conhecimento do meu medo por histórias de terror. Guardei na prateleira da minha casa e passei longos dois meses sem coragem de abri-lo. Até que em uma tarde, respirei fundo e avancei para o primeiro conto, porém algo me fez voltar para o prefácio, percebi que ali havia informações valiosas para entender toda a construção desta obra, e já me encantei ali mesmo, naquelas duas páginas que mais eram um prelúdio avisando o que iria ter pela frente. O VILAREJO.

            O VILAREJO é apresentado como um lugar morto, fora do mapa, e a única evidência dessa possível existência, são os registros das histórias grafadas em uma língua quase extinta, salvo à tradução por um dicionário cimério-italiano que permitiu uma interpretação sem linearidade, mas cheias de mistérios.
            Baseado nos sete pecados capitais, o livro se divide em sete contos que levam como título os nomes de sete demônios.
            Esse visitante é bem perspicaz, quase não se percebe sua presença, já que se disfarça de sete maneiras na tentativa brilhante de aproveitar da fragilidade humana.
            Devido à escassez de alimento e ao soterramento do povoado, o que provoca um isolamento em relação ao resto mundo, os habitantes do vilarejo caem em uma aflição que progredi à medida que o frio aumenta acompanhada de uma fome que não passa. Nessa condição vulnerável, eles são dominados por uma desagradável sensação de loucura.
          
           Adotando uma narrativa fragmentada, saltam aos olhos do leitor, atitudes outrora praticadas pelas personagens antes mesmo de sofrerem esse exílio. Será isso a causa dessa dominação do mal?
                  Apesar de o livro ser classificado como do gênero do terror, é possível sentir catarse com a irracionalidade que atinge os seres humanos, o que os levam a praticar atos inconscientes, como se carregassem um karma por deveras indesejável.
           Cada personagem carrega um segredo a sete chaves. E nesse ambiente macabro, coisas estranhas acontecem. Confinados em si mesmos, aguardam silenciosamente a degradação do Vilarejo.

“O gênio, o crime e a loucura, provêm, por igual, de uma anormalidade; representa de diferentes maneiras, uma inadaptabilidade ao meio”.
Fernando Pessoa

Fica aí a dica para quem aprecia e acredita em nossos autores nacionais.

Publicações de Raphael Montes: O Vilarejo, Jantar Secreto, Dias Perfeitos e Suicidas.

segunda-feira, 2 de julho de 2018

(Crítica - O Boneco Do Mal)

Resenha – Boneco do mal em inglês (The Boy)

Lançado: 18 de fevereiro de 2016

Duração: 1hr e 37 min
Nacionalidade: EUA
Direção: William Brent Bell
Elenco: Lauren Cohan, Rupert Evans, James Russell
Gênero: Terror
Disponível na netflix

Sinopse:

Greta é uma jovem americana que aceita um trabalho como babá em uma pequena vila inglesa. Porém, o garoto de 8 anos de quem ela tem que cuidar é, na verdade, um boneco de quem o casal cuida como se fosse um menino de verdade, como uma forma de lidarem com a morte do filho, ocorrida 20 anos antes. Após violar uma lista de regras do garoto, uma série de eventos inexplicáveis transformam a vida dela em um pesadelo.

 Greta é uma jovem norte- americana que aceita a proposta de emprego na Inglaterra como babá de um garoto de oito anos, enquanto seus pais fazem uma viagem. Ao chegar à casa da família, tudo parece ir muito bem, a casa é grande e antiga, nada fora do esperado, exceto por um detalhe: a criança de quem Greta deveria cuidar é na verdade um boneco.
Depois de achar a situação uma piada, a babá entende que os pais cuidam do boneco, ao qual chamam de Brahms, como se ele fosse real, e pelo dinheiro fácil acaba aceitando permanecer na casa.
Antes de deixar a casa, a mãe de Brahms deixa uma lista de regras para a babá seguir, deixando claro que seu filho não gostaria nem um pouco se elas não fossem cumpridas. Assim que seus pais vão viajar, Greta ignora todas as normas que foram deixadas e decide aproveitar a casa só pra ela. Enquanto isso, o boneco continua trancado em seu quarto, até que coisas estranhas começam a acontecer na casa, principalmente quando o telefone que é o único meio de comunicação que Greta tem com o mundo, começa a receber ligações assustadoras.


O Boneco do Mal definitivamente é o tipo de filme que cria um suspense amedrontador, uma tensão em quem assiste. Diferentemente da maioria dos filmes do gênero, cria um terror sugestivo e angustiante que promete segurar o espectador até o último, logo de inicio me lembrei do filme “O Boneco Chucky”, vale a pena conferir!

domingo, 1 de julho de 2018

Plataformas Online

Salve leitores, tudo bem com vocês?

No texto de hoje resolvi trazer uma alternativa para novos escritores que desejam mostrar sua história para o mundo e que até agora talvez não soubessem dessa possibilidade, que tem atraído cada vez mais leitores da nova geração para o mundo da literatura. Estou falando das plataformas online (wattpad, sweek, niah entre outros).

Eu confesso que esse tipo de publicação tem me atraído, pois estou para publicar meu terceiro livro na plataforma. As plataformas online são gratuitas e acessíveis a todos que tem acesso à internet independente do dispositivo, como estamos de frente com uma nova geração que cada vez mais domina os campos da internet, nada melhor do que mostrar a literatura através deste campo.

Eu vou falar da que mais conheço e aparentemente a mais famosa entre escritores e leitores, o plataforma wattpad, tem atraído pessoas do mundo inteiro que buscam uma leitura atual e fora do convencional, sem avaliações de editores ou gráficas, o escritor tem acesso livre para escrever sobre aquilo que ama, seja qual for o gênero, além de ser um ambiente amplo a plataforma conta com diversos concursos que podem ser promovidos pelos administradores do site quanto por qualquer integrante, sendo autor ou não, eu mesmo já estou auxiliando em quatro concursos como divulgador dos vencedores no meu canal, e acredite os escritores adoram qualquer incentivo, eu sei disso porque sou escritor também.

Assim como a notícia esta ficando cada vez mais digital, a literatura também está muitas vezes você acha que porque uma editora não aceita a sua história ninguém vai querer ler ela, acredite se quiser, o mundo está esperando a sua história e agora os caminhos estão cada vez mais voltados para as plataformas online.

Como eu sempre digo, toda história merece ser contada então está esperando o que para contar a sua?

Vou deixar no fim desse texto os links das principais plataformas para caso tenha interesse, eu posso afirmar com a certeza de quem faz parte desse mundo que você não vai se arrepender da trilhar novos caminhos com sua história, o mundo está em constante mudança e a literatura também então embarque nessa viagem você também.

Links das plataformas online:


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Até mais.

sexta-feira, 29 de junho de 2018

Resenha do livro OS IRMÃOS DO GELO de Leandro V. Silva

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Olá leitores!
O “Os irmãos do Gelo” é o 1º livro da série Enerkry desenvolvida pelo escritor Leandro V. Silva que marca a sua estreia na literatura fantástica.
Indicada para os adolescentes, a obra também se estende ao público adulto, já que aborda uma temática tecnológica e de cunho científico baseado em estudos sobre uma possível invasão de criaturas extraterrestre, o que gera uma preocupação mundial.
A história se desenvolve em torno dos irmãos Roger e Romeo, que após viverem longos anos separados, são unidos pelo destino e devem aprender a aceitar a existência um do outro.
.Roger recebe uma caixa pelo correio e ao abri-la, ele encontra um objeto que guarda um poder em potencial. O problema é que esse mesmo objeto irá cair nas mãos de Romeo e essa nova situação mudará radicalmente as suas vidas.

 Envolvidos em uma missão da qual não se tem conhecimento, os dois terão que decidir em: continuar se evitando ou se unirem em prol de um bem comum. Salvar o planeta das possíveis criaturas.
 Cheio de aventuras, o livro traz uma linguagem tecnológica e futurista que dinamiza a leitura e coloca o leitor curioso com o mundo dos aplicativos.
 Um ponto positivo é a relação dos jovens com os mais velhos, pois a missão fará três gerações se unirem e se misturarem dentro de um mesmo contexto. Eles terão que estreitar relações para que a missão tenha êxito.


 Em algumas obras, a adoção de dois irmãos gêmeos, geralmente, se manifesta a dualidade entre o bem e o mal.
 No caso de Roger e Romeo, parece haver todo um esforço para mostrar a integridade de um e de outro, apesar das diferenças de comportamento e de habilidades. Ambos carregam a herança de controlar um dos elementos da terra. Mas apenas um dominará o objeto que guarda esse elemento.
 Qual dos dois irmãos carrega a habilidade de dominar o objeto misterioso?
 Quem controlará o poder do Gelo?

 Os irmãos do Gelo transcende a expectativa do gênero, já que em uma situação de perigo, a literatura une pessoas, une gerações, une os seres humanos. E quem sabe, não unirá os planetas?

         O livro “Os irmãos do Gelo” de Leandro V. Silva está disponível na Amazon:









domingo, 24 de junho de 2018

Produção Independente


Salve leitores, tudo bem com vocês?

Espero que sim.

Hoje eu vim trazer um assunto que para muitos escritores tem sido uma alternativa de publicação cada vez mais bem vista por muitos leitores que buscam algo diferenciado e acessível na área da literatura, hoje o assunto é sobre publicação independente.

Uma vez eu vi um vídeo de um escritor que havia escrito um livro e que estava atrás de uma editora que custeasse toda a publicação de seu livro em questão, mas uma coisa que ele disse me intrigou um pouco, foi o fato de ele dizer que não escreveria mais nada até que esse seu objetivo não fosse atingido e com isso eu refleti sobre algo que nunca eu tinha parado para pensar. Por que eu escrevo? A resposta inicial foi porque eu gostava, e no inicio era isso mesmo, mas depois de um tempo essa resposta pareceu meio vaga para mim então eu me voltei para tudo que eu havia escrito até aquele momento e com um estalo e resposta veio ao meu coração. Eu escrevo porque acredito que o mundo precisa de mais finais felizes.

Você deve estar achando que o que eu disse até agora não tem nada haver com o assunto, mas essa breve história tem tudo haver com o assunto, sou um escritor que gosta de explorar todas as alternativas de publicação, tanto é que tenho um livro publicado por uma editora e os demais estão sendo escritos ou publicados ou em processo de publicação independente. Não estou dizendo para você fazer o que eu faço, afinal eu estaria sendo hipócrita de dissesse isso principalmente que eu digo que o escritor deve ser livro em todos os aspectos de sua história e isso envolve a publicação, só estou dizendo que avalie todas as possibilidades, às vezes você pode se surpreender.

Separe um livro para tentar publicar ele em uma editora e os demais publique de forma independente, seja na Amazon ou Clube de Autores (ou outra plataforma do gênero), ou no Wattpad, Sweek, Niah e plataformas semelhantes.

E para finalizar uma pergunta que é sua reflexão sempre que julgar necessário.
Por que você escreve?

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Até mais.


sexta-feira, 22 de junho de 2018

Resenha do livro Z DE MORTE de Rafael Mall

Z de Morte, de Rafael Mallock





Demian é um sujeito comum que se vê em meio ao caos de um apocalipse zumbi. Decidido a encontrar um lugar seguro, ele sai em busca de mantimentos, sobreviventes e uma resposta para tudo que está acontecendo. No seu caminho grandes desafios o aguardam. Sobreviver nunca foi tão difícil.
Enquanto isso, agente especial é mandado para uma missão em um prédio hospitalar abandonado. Eles têm a única missão de encontrar sobreviventes no lugar e salvar uma agente, no meio disso, um dos agentes encontra um diário, o diário de um sobrevivente que parece ter muito a contar. (Pelo autor)

Olá leitores!
Hoje o Dark Books traz uma resenha bastante aterrorizante, Z de morte do autor Rafael Mall. 
Imagine se você se encontrasse em uma situação de crise e seu único objetivo imediato fosse sobreviver. Demian, um jovem solitário, vive essa tensão devido à revelação da presença de zumbis na terra. Ao se ver com pouco mantimento, ele precisa sair de sua casa, até então o lugar que considera mais seguro, para procurar alimentos. Essa saída obrigatória o fará encarar diversos fatos circunstanciais relacionados à essas temíveis criaturas.
Demian acaba em um hospital abandonado e é aí que a ação começa.
Apesar do livro trazer esses seres assustadores, a conspiração apresentada na obra traz uma sequência clara das ações humanas.
Uma das estratégias do autor foi, através de um diário, registrar as visões que Demian tinha sobre tudo o que via referente à esse colapso. A ideia de deixar um registro para a posteridade cria um primeiro nível narrativo, e a concepção de que esses acontecimentos ocorreram de fato. E depois, a descoberta do diário, o autor explora  um narrador onisciente. Nesse nível, agentes do DOPE são designados para uma missão. Resgatar e salvar possíveis sobreviventes. O espaço para essa tarefa é nada mais nada menos que um "hospital abandonado", lugar cheios de portas que sugerem o inesperado. Ali os personagens sofrerão as mais terríveis crueldade ao se deparar com “a coisa”.
O autor consegue descrever com bastante detalhes os ambientes e os acontecimentos, o que enriquece a narrativa. O enredo segue cheio de descrições o que lembra um roteiro cinematográfico e que possibilita imaginar a cena de um filme.
No meio desse caos, será que Demian e esse agentes se encontrarão? Haverá a possibilidade de sobreviver à essa guerra em que a convivência se torna um problema?
Recheado de elementos da ação e do horror, Z de morte traz uma temática bastante explorada no cinema, mas a trama nos mostra que essa discussão sobre zumbis atravessará séculos, porque é um assunto que não se esgota e sempre deixará o expectador com a pulga atrás da orelha.

"Nunca faça um esconderijo em que ninguém possa entrar, você pode ter sérios problemas se resolver sair."

Fica aí a dica para quem aprecia e acredita em nossos autores nacionais.

Rafael Mall posta seus livros no wattpad, além de Z de morte, você encontra Efeito Reverso e A origem Hant. Segue os link's para acesso.
https://www.wattpad.com/story/99516184-z-de-morte
https://www.wattpad.com/story/84851434-efeito-reverso
https://www.wattpad.com/story/71774170-a-origem-hant






Vocês me encontram no link abaixo:

https://www.wattpad.com/story/137733684-os-campos-de-longe





segunda-feira, 18 de junho de 2018

(Crítica - A Órfã)

Resenha – A Órfã (em inglês – Orphan)

Lançado: 4 de setembro de 2009
Duração: 2hr e 3 min
Nacionalidade: EUA
Direção: Jaume Collet-Serra
Elenco: Vera Farmiga, Peter Sarsgaard, Isabelle Fuhrman
Gênero: Terror

Sinopse:
Kate e John Coleman ficam arrasados devido a um trágico aborto. Apesar de já ter dois filhos, Daniel e a surda muda Maxime, o casal decide adotar uma criança. Durante uma visita a um orfanato, os dois se encantam pela pequena Esther de nove anos e optam rapidamente por sua adoção. O que eles não sabiam é que estranhos acontecimentos fazem parte do histórico da menina que passa a se tornar, dia após dia, mais misteriosa. Intrigada, Kate desconfia que Esther não é quem aparenta ser, mas devido ao seu passado de alcoolismo tem dificuldades de provar sua teoria.
 
 

A menina e a nova irmãzinha Max logo se tornam companheiras em tudo; ao contrário, com Daniel a relação possui alguns atritos, principalmente pelo fato de ele a considerar estranha e recusar aceitá-la como membro da família. Acontece que o garoto não estava errado a respeito de Esther, que em pouco tempo começa a apresentar um comportamento distinto e maduro demais para sua idade. Não demora até que ela e a mãe adotiva passem a enfrentar conflitos cada vez mais constantes em seu convívio; Kate já passou por péssimas fases em sua vida pessoal, que a fazem duvidar de sua capacidade de ser boa mãe e esposa, e a garota parece se aproveitar dessas circunstâncias, usando-as contra ela. Torna-se cada vez mais evidente para Kate que estranhos acontecimentos acompanham Esther em todos os lugares por onde passa. Contudo, é difícil para John acreditar que há algo de errado com a garota, uma vez que em sua presença ela age de maneira adorável, contribuindo para a criação de um laço cada vez mais afetivo entre os dois. Kate sente que a filha adotiva conspira contra sua vida familiar, mas os filhos não se abrem com ela, e o marido continua a julgá-la pelos transtornos e problemas com o álcool que a mulher enfrentou no passado, não acreditando em suas suspeitas e desconfiando de sua palavra. Além de estranha e dissimulada, Esther é extremamente malvada e violenta. O suspense gira em torno do motivo que leva uma garota de apenas nove anos a apresentar um caráter e comportamento tão perturbado. 
 É um filme que vale a pena conferir, te dá uns sustos de leve, mais é algo que vale a pena, lembra um pouco o filme "Pequeno Demônio".
Espero que tenham curtido, até a próxima ! =)

 

domingo, 17 de junho de 2018

Metas Literárias

Salve leitores tudo bem com vocês?

Hoje eu vou começar com uma pergunta bem simples.

Você é organizado quando o assunto é literatura?

Mas por que essa pergunta Renato?

Porque essa pergunta tem tudo haver com o assunto de hoje, quando assinamos um contrato com uma editora é fato que muitas vezes elas nos estipulam prazos para entregar um novo material e isso deixam vários escritores tensos e até estressados, pois acredite a pressão além de ser grande, vem de vários lados, principalmente dos leitores.

Quando eu comecei a escrever a primeira coisa que me propus a fazer por mim mesmo, foi me tornar uma pessoa organizada, não só na literatura, mas em tudo na minha vida, pois é impossível você ser organizado somente em uma área da sua vida e hoje eu sou grato por essa decisão.

Um fator que te ajuda muito na sua escrita é criar metas literárias, organização e metas andam lado a lado, separe um tempo pelo menos semanalmente para escrever, para focar somente na sua história, hoje os dias são muito corridos e conviver com outras pessoas muitas vezes tiram o foco de vários projetos que são só nosso, criar metas se organizar me ajuda a seguir meus prazos pessoais aqui no blog, na escrita e no meu canal.

No começo é difícil, mas acredite, no final os resultados são recompensados, você já criou sua meta para seu próximo livro?

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Até mais.

sexta-feira, 15 de junho de 2018

Resenha do livro O TERCEIRO TESTAMENTO de Christopher Galt

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Um homem morre em Nova Iorque de inanição num luxuoso apartamento do Central Park. Vinte e sete jovens saltaram juntos da ponte Golden Gate. Cinquenta estudantes japoneses, acampados na densa Floresta Aokigahara, o Mar das Árvores, ao pé do Monte Fuji, dividiram uma refeição e entoaram canções, em volta de uma fogueira, antes de se embrenhar pela mata e corta a própria jugular; três cientistas e um escritor se mataram em Berlim, num acontecimento memorável. Um físico russo que se tornara um místico neopagão dizia ser o Filho de Deus. Uma mulher de meia-idade se sentou calmamente no meio da estrada, perto da estrada da Organização Europeia para a Pesquisa Nuclear e pôs fogo em si mesmo. Esses fatos isolados é apenas um resumo do que pode vir a acontecer no mundo.
Olá leitores!
Esse é o último livro que tirei da prateleira e não poderia deixar de compartilha-lo com vocês.
O Terceiro Testamento trata-se de uma ficção científica que revela, sobre uma visão aterrorizante, uma situação iminente de fim. Em decorrência de vários episódios abruptos e inesperados, como discorre no resumo acima, o mundo parece viver em estado de caos. Num quadro de “Déjà vu”, alguns personagens parecem voltar em um período histórico, diferente daquele em que estão “realmente”.
   Albert Einstein, em uma de suas descobertas disse que "a diferença entre passado, presente e futuro é apenas uma persistente ilusão". Nessa trajetória, diversos personagens em diferentes pontos do universo, passam a ter visões de fatos já ocorridos, mas que ainda estão em andamento paralelo com sua vida atual. Ainda, de acordo com Einstein, "o tempo é uma espécie de lugar, uma dimensão onde andamos até a morte". Intrigante não?  Porém, o que chama a atenção de quem observa é a fisionomia suspensa das pessoas. Um momento de inércia e depois a desordem, como o efeito borboleta que influencia o curso natural das coisas. Involuntariamente, a inquietação as dominam e as levam a vivenciar a única certeza da existência humana. A morte. Num impulso inquietante, elas se autodestroem. Como um vírus que leva a uma epidemia inesperada. A um apocalipse. Ao fim de tudo. Não. Ao fim dos seres humanos.
   Nesse ínterim, John Macbeth,  um psiquiatra e neurocientista, desenvolve um projeto para criar uma inteligência artificial autônoma. Junto com o FBI, ele se empenha para descobrir as causas dessas ocorrências antes que seja tarde demais.
  Outros profissionais do ramo também são envolvidos e não se sabe até onde há interferência de seus atos.
   O livro O Terceiro Testamento é muito interessante porque interroga exatamente a veracidade que temos sobre o que é real. 
   É perceptível que o autor Christopher Galt reconhece a teoria de Einstein o que torna sua narrativa espetacular. Na deixa, "futuro é algo que você já tem na memória, algo que para você já é passado".
    Fica aí a dica para uma boa leitura!
    Abraços!
   

segunda-feira, 11 de junho de 2018

Mestiços (Alma Cervantes)

Olá leitores, como estão? Antes de mais nada, gostaria de agradecer a vocês por estarem aqui, e como de costume, gostaria de apresenta-los mais uma obra nacional.

Mestiços conta a história de Ariel, que sem muitas escolhas, após perder sua mãe, decide renovar sua vida e deixar tudo a que tem direito para trás. Sem saber que rumo tomar, Ariel é conduzido por um estranho a um lugar além dos conhecimentos da sociedade. Local onde todos tratam como o "Ponto de Encontro".
O espaço é nada mais que um galpão onde pessoas com habilidades diferentes se encontram e se misturam, um ambiente que carrega um ar pesado e cada individuo parece se mostrar menos acessível. Então surge Miro, um rapaz de personalidade forte e que se dispõe a lhe dar algumas respostas. Pelo menos era o que ele pensava.
Em questão de segundos,  o cenário se transforma em algo assustador e vira palco de um massacre: corpos, sangue, vidas se esvaindo, e tudo que conhecia nunca mais seria o mesmo. Em meio ao confronto, Ariel recebe a ajuda de Miro que em um ato de total benevolência entrega sua vida a fim de ajudar o recente amigo a escapar.
Agora o medo é seu refúgio. Como poderia sobreviver àqueles seres que atacaram o local? Era clara a intenção destes, extinguir todos que estavam no "Ponto de Encontro", nem ao menos conseguira ver os rostos dos assassinos, se estes estavam encapuzados. 
Em pânico ele encontra mais outros dois sobreviventes, Nora e Reis, que assim como ele agora estão sós e precisam um da ajuda do outro para sobreviverem. Juntos terão que lutar, juntos terão que encontrar uma saída e se aventurar pelo desconhecido.
Alma Cervantes é um autor muito promissor e a qual já tive a oportunidade de ler outros trabalhos seus, e como de costume somos apresentados a uma obra completa e com extrema dedicação. 
Gostaria de agradecer ao autor por me proporcionar a oportunidade e a confiança de resenhar seu último trabalho, ainda mais se tratando de uma tiragem independente e que ressalto, está impecável.
Assim como em "Se Arrependimento Matasse" eu adorei a narrativa, confesso que em certos momentos achei ela um pouco massante, por desenvolver demais. A trama acontece mesmo com a ocorrência de certa lentidão para acontecer algo impactante. Mas isto não significa que a história não prende o leitor, pelo contrário, e quanto ao desenvolvimento das personagens, percebi uma grande evolução na escrita do autor, nota-se personagens com personalidades mais definidas e com características próprias, o que veio para contribuir ainda mais.
Indico a todos "Mestiços", certeza de uma leitura agradável e bem desenvolvida.
Um abraço a todos que leram até aqui, até a próxima!
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