domingo, 21 de janeiro de 2018

Battleship - A Batalha dos Mares

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Baseado no famoso jogo Batalha Naval, o filme acompanha a jornada de um navio que se depara com um exército alienígena que tenta conquistar a Terra. Para defender o planeta, a tripulação precisa confiar em uma estratégia única.

Data de lançamento: 11 de maio de 2012 (Brasil)

Direção: Peter Berg

Salve leitores, tudo bem com vocês?

Uns anos atrás adquiri este filme e deixei de lado, não sabia que estava com uma das melhores produções de filmes de alienígenas de todos os tempos, existem muitos filmes bons do gênero, mas este é o melhor na minha opinião (eu falo em relação de filme de Alienígenas), mas sem mais enrolação vamos para a resenha.

O filme começa com uma estação de pesquisas independente que resolve enviar uma mensagem ao espaço esperando que ela seja respondida por alguma vida inteligente e acontece, porém não da maneira como eles esperavam.

Enquanto dois irmãos comemoram o aniversário do mais novo em um bar, o mais velho e responsável é sargento da marinha enquanto o outro só quer diversão, entretanto um nova confusão do irmão mais novo coloca o mais velho em uma situação crítica forçando ele a forçar o irmão mais novo a ingressar na marinha também.

Passado alguns meses chega a época de treinamento rotineiro na costa e um navio japonês vem para participar também do treinamento, o irmão mais novo do sargento como sempre permanece arrogante e briga com o integrante do navio japonês que possivelmente poderá resultar na expulsão dele da marinha.
Ele ainda terá que realizar o treinamento antes de uma decisão formal e nesse meio tempo cinco naves chegam do espaço em resposta a mensagem enviada meses antes, então com isso começa o desenrolar do filme.

Dois personagens chamam a minha atenção primeiro foi o irmão mais velho que é o mesmo ator que faz o vampiro loiro na série True Blood e a segunda personagem é a Rihanna, eu sinceramente não sabia que ela atuava e curti muito a atuação dela no filme, algo que acho legal nos Estados Unidos é os artistas lá são bem completos, a grande maioria se não for todos atuam, cantam e dançam, claro que a maioria como em tudo tem seus focos, alguns são focados em atuar e outros são focados em cantar, mas em geral provam que são completos para qual seja a função na terra dos shows business.

A única coisa que me desagradou no filme foi o fato de ele não ser tão fiel ao episódio no qual ele foi baseado, acho que Hollywood muitas vezes apela para atrair bilheteria e isso nem sempre é bem visto para quem conhece o verdadeiro fato.

O filme foi baseado no misterioso episódio que ocorreu nos anos cinquenta conhecida como batalha de Los Angeles onde a marinha americana foi atacada por objetos voadores não identificados, até hoje o caso é conhecido como um dos maiores mistérios envolvendo as forças armadas americanas, isso só me faz acreditar em uma teoria pessoal, todas as perguntas só serão respondidas quando partirmos dessa vida.

Pessoal o filme é muito bom, se você curte filme de ação e ficção cientifica esse é o filme ideal para você.
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sábado, 20 de janeiro de 2018

Valdemort Origins Of The Heir (Crítica)


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Desde que saiu o trailer na internet, Valdemort Origins Of The Heir tem trazido um rebuliço entre os fãs do aclamado bruxo Harry Potter. Logo que surgiu momentaneamente no YouTube, o curta em formato de trailer ganhou grande notoriedade e chamou muito a atenção dos admiradores que desde que terminou a saga, se sentem órfãos do universo mágico.
O furdúncio foi tão grande que acabou chamando a atenção da poderosa Warner Bros., que pelos fãs, foi exigida de levar o projeto aos cinemas, mas como sabemos, isso não ocorreu, ao invés disso a Warner liberou aos autores do vídeo o direito de fazer um filme desde que fosse sem fins lucrativos. A partir daí, iniciou-se uma "vaquinha" online para arrecadar dinheiro e financiar os gastos da produção. O esforço foi enorme e com um orçamento de 15 mil euros foi, então, colocado em prática a produção do filme contando a vida de Valdemort.
O longa foca nos herdeiros dos fundadores das quatro casas, Grisha McLaggen da Grifinória, Tom Riddle da Sonserina, Wiglaf Sigurdsson da Corvinal e Lazarus Smith da Lufa-Lufa.
Grisha possui uma carinho muito especial por Tom, que desde o princípio do longa se mostra uma pessoa prepotente e gananciosa. Por conta desse seu jeito, Tom sempre se mostra distante dos demais herdeiros.
A partir daí somos introduzidos a flashbacks narrados por Grisha, que é detida em uma base Soviética tentando roubar o diário de Tom. Enfeitiçada pela poção Veritasserum, Grisha é obrigada a contar tudo que sabe sobre ele. 
Junto com o colega Renato, faremos uma crítica como fãs do universo e não apenas como telespectadores do longa. Espero que gostem.
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Lembro que eu estava super ansioso para o lançamento, quando lançou eu corri para assistir, apesar de eu não gostar de ver filmes legendado, sim me julguem. Mas então fui assistir e após os 52 minutos que sucederam, não sei qual foi a minha reação. Desde que foi anunciado que o teaser viraria um longa-metragem, eu sempre procurei não criar tantas expectativas, eu sabia que se tratava de um filme criado por fãs, então não seria aquela superprodução como estávamos acostumados, mas apesar do pouco orçamento os efeitos utilizados foram muito bem-criados, Hogwarts ficou impecável e os efeitos em duelo merecem uma salva de palma, deu para sentir aquela calorzinho no estômago.
Mas em contrapartida, a sincronização do áudio ficou extremamente grotesca. O enredo também poderia ter sido mais objetiva em relação ao passado do nosso Lord das Trevas, em tom coloquial, teve muita "encheção de linguiça" e nem tudo foi bem desenrolado.
E me conte, o que achou do filme? E se não assistiu, encorajo a assistir, porque com toda certeza, a nostalgia é garantida.
*****
Eu sou um fã comum da franquia Harry Potter, li os sete livros e ainda espero a oportunidades de comprar os spin off (Os contos de Bardo, Animais fantásticos e onde habitam, Guia do Quadribol e Harry Potter e a criança amaldiçoada) então não posso dizer que sou um expert no assunto.
Harry Potter foi a saga que me marcou por completo, não só despertou meu amor pela literatura, mas foi o fator predominante que me fez querer ser escritor, a J.K. Rowling é minha inspiração, não só como escritora, mas como pessoa, entretanto estou para falar do filme.
O que gostei no filme foi saber que três dos objetos onde foram guardados os fragmentos da alma de Tom Riddle (Valdemort) eram na verdade relíquias das casas da escola de magia de Hogwarts, medalhão referente a Sonserina, Taça referente a lufa-lufa e diadema referente a Corvinal, a única relíquia que ele não conseguiu adquirir foi a espada da Grifinória, a famosa espada que o Harry usou para matar o basilisco no livro da câmara secreta.
O interessante foi também saber que na mesma época que Valdemort estudava na escola os outros herdeiros das casas também estudavam e ambos sabiam de suas origens.
Outro fator que estava implícito nos livros era que Valdemort era diferente dos demais alunos.
Posso dizer que curti o filme com um ótimo efeito especial, por ser um filme feito por fãs está excelente, como tudo, eu senti falta de algumas partes que poderiam ter falado da ligação com as demais horcrux. O filme focou mais nas relíquias das casas e no diário do bruxo mais temido da história de Harry Potter.
Poderiam surgir mais filmes assim, como por exemplo, contando as histórias dos fundadores, mas quem sabe?

sexta-feira, 19 de janeiro de 2018

[Resenha] Ladrão de Almas - Alma Katsu

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          O livro que apresentarei a vocês é fantástico.

        Li Ladrão de Almas da Editora Novo Conceito por indicação das minhas irmãs. A atração do livro já começa pela capa e pela sinopse. Exibe uma história misteriosa e recheada de segredos, o que leva o leitor a se prender do início ao fim.

        A narrativa começa com a apresentação do Dr. Luke Findley, que durante o seu plantão noturno, em uma pequena e pacata cidade no Maine chamada de St. Andrew, foi pego de surpresa com a presença de Lanore McIlvrae, ou Lanny, que chega ao hospital escoltada pelo xerife local acusada de assassinato, o que causa em Luke uma curiosidade em relação àquela mulher e também de ver a possibilidade de sair daquele cotidiano monótono.

        Durante uma conversa enquanto estão sozinhos, Lanny admite a Luke que realmente matou um homem e que veio para St. Andrew devido ao seu passado.  Após essa revelação, o leitor é levado ao território do Maine, na virada do século XIX para tomar conhecimento da verdade sobre a vida da jovem Lanny. Filha de pessoas humildes do vilarejo onde mora, frequenta aos domingos à Congregação e é lá que ela conhece e se apaixona por Jonathan, filho de Charles Andrew , homem que fundou e deu nome ao vilarejo onde vivem.

       Jonathan é dono de uma beleza rara e é disputado por todas as mulheres do lugar. Um dia, criando coragem, Lanny o chama para conversarem e eles acabam ficando amigos. Mas Lanny acreditava que um dia chegaria ao coração de Jonathan e que a amizade deles se transformaria em amor.

“Fico vermelha ao pensar no quanto minha visão do amor era inocente naquela época! Tinha uma concepção de amor de uma virgem, tão casto quanto nobre.”

        Com o tempo ela se entrega a Jonathan e acaba revelando uma gravidez inesperada.
Jovem, ingênua e apaixonada, a família de Lanny a envia para Boston contra sua vontade. Em Boston, Lanny é atraída por dois jovens que a promete estadia.

        Eles chegam à casa de Adair, (um jovem misterioso e sedutor) que oferece aos seus hóspedes sexo, violência e drogas. Lanny é levada para esse mundo enigmático e chega à beira da morte. Mas Adair lhe concede a imortalidade em troca de sua alma. Apesar de não ter qualquer escolha, Lanny aceita o “presente” que Adair lhe dá, porém ela passa a viver em um universo sombrio e cheio de dor, longe da família que tanto ama.

        Apesar se Adair ter uma notória predileção por Lanny, o coração dela é apenas de Jonathan.  Isso o leva a fazê-la Refém da Obsessão, próximo livro da série. 
        Ladrão de Almas é uma história inesquecível sobre o amor pleno, que atravessa séculos. No entanto, Adair mistura corpo e alma, alma e corpo que leva o leitor a confundir sobre sua verdadeira identidade. Uma história intrigante e ao mesmo tempo inesquecível. Uma narrativa que o levará a amar até o mais terrível das criaturas.

        Não é estranho essa mistura de almas?

      Esse é um livro que recomendo por abordar amor, paixão, intrigas, sedução, sexo e muita reflexão sobre o preço que pagamos pelas escolhas que fazemos.

Voilà!

Escrito por Regiane Umbelina

domingo, 14 de janeiro de 2018

Sagas

Salve leitores, tudo bem com vocês?

Pessoal todos nós já ouvimos falar sobre sagas, seja em animes, seja em séries, seja em filmes ou principalmente em livros, mas literalmente falando, sabemos a real definição da palavra Saga?

Saga definições:
substantivo feminino
nome dado pelos romanos às bruxas e feiticeiras.

substantivo feminino
qualquer das antigas narrativas e lendas escandinavas, redigidas principalmente nos sXIII e XIV.
canção popular que tem como tema alguma dessas lendas.
p.ext. canção lendária ou heroica.
p.ext. narrativa fecunda em incidentes.

Se sua história contem magia então ela é uma saga provavelmente.
Claro que a primeira definição não se aplica no nosso universo a não ser que a nossa história se refira aos dias citados acima.

A segunda definição é a mais clara, se você reparar bem existe dois fatores que regem as regras para uma história ser tratada como saga, lendas e heróis e um terceiro fator mais recentemente incluso nas histórias em geral, incidentes.

Como eu sempre digo você é livre para escrever a sua história como bem entender, mas algumas regras não podem ser ignoradas se você quiser que sua história seja no mínimo coerente e apreciada por diversos leitores, para saber isso é bem simples, leia um capitulo de sua história se você entender e sentir aquele frio na barriga querendo escrever mais para saber onde sua mente vai te levar então você está no caminho certo.

As regras como a sua história vai seguir é livre, você pode usar lendas existentes como vampiros, deuses das mitologias gregas, romanas, nórdicas entre outras ou criar novas lendas e mundos, sejam eles terrestres ou espaciais, e o mais importante, um fator de disparo para o seu personagem principal, o incidente, o incidente é que vai fazer seu personagem principal se tornar o herói da sua história e então sua mente vai voar pelo mundo que você vai transformar em palavras e nos mostrar para que possamos sentir as mesmas emoções que sentiu quando escreveu a sua saga.

Se você gostou do assunto de hoje comente aqui, compartilhe suas experiências.

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domingo, 7 de janeiro de 2018

As Últimas Quatro Coisas

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Salve leitores, tudo bem com vocês?

Depois de muito tempo finalmente eu trago a resenha do livro “As Últimas Quatro Coisas”, o segundo livro da trilogia A Mão Esquerda de Deus.

Assim como o primeiro volume esse eu leio pela segunda vez e confesso que como sempre meus olhos se atentaram para novos detalhes despercebidos na primeira leitura.

Depois de descobrir que era o anjo da morte Thomas Cale começa a ter um tratamento especial pelo até então o seu mentor o redentor Bosco, privilégios até antes totalmente desconhecido por ele agora era permitido quantas vezes ele quisesse, desde as mais saborosas comidas até jovens moças dispostas a satisfazer todos os seus desejos.

O seu treinamento por outro lado mudou, pois agora Cale estava ciente que era a fúria de Deus manifestada dentro dele e sua missão agora era limpar a terra de toda a impureza que existia nas pessoas, ou, seja a missão dele era matar a todos sem exceção.

O que eu achei interessante nesse livro foi os fatos de como eram descritas as várias etnias, no primeiro livro conheci bem os Materazzi, no segundo conheci mais detalhadamente os Cleptos e os mulçumanos, lembrando sempre que a descrição no livro foi mais para o lado fictício, nada de terrorismo ou algo semelhante, mas sim uma guerra no que aparentemente era na era medieval.

Livro terminou de uma maneira que me deixou com muita vontade de ler o terceiro, é como o último capitulo de uma novela ou o fim da penúltima temporada de uma série.

Curti sem dúvidas o livro e recomendo este livro, mal posso esperar para ler o último volume “O Bater de suas asas” e saber como vai ser o desfecho de Thomas Cale, o anjo da morte, a mão esquerda de Deus.

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domingo, 17 de dezembro de 2017

O que escrever?

Salve leitores, tudo bem com vocês?

O assunto de hoje é algo que passa pela cabeça de todo escritor antes de iniciar uma nova história.

O que escrever?

Não sei se todo escritor é assim, mas a grande maioria eu creio que seja, muitas histórias surgem em nossas mentes quando menos esperamos, eu mesmo tenho pelo menos vinte histórias fervendo em minha mente só esperando a hora de serem contadas.

O problema de vários escritores é escolher entre as diversas histórias a todo momento, seja qual for o gênero.

Mas entra uma questão que vários escritores se veem até meio pressionados, qual o gênero do momento.

Assim como na música, na literatura determinados gêneros se destacam de tempos em tempos, um exemplo claro foi quando surgiu o Livro Crepúsculo, o gênero de livros de vampiros virou febre, nas séries, filmes e livros, em seguida surgiu cinquenta tons de cinza fazendo o gênero Erótico invadir as livrarias do país em seguida foram vários filmes sobre o cristianismo e agora aparentemente o que tem se destacado bastante é o terror em geral, filmes da Marvel e da DC eu não incluo porque são caracterizados como sagas teens (Jogos Vorazes, Harry Potter, Divergente entre outros).

Mas querendo ou não sempre temos algo sobre esses aspectos, agora eu sempre me faço a seguinte pergunta: O que eu quero escrever agora?

A nossa opinião sempre deve se sobrepor sobre tudo, pois afinal quem vai escrever somos nós e quando você tiver sua rede de leitores pode ter certeza que eles vão querer ler a sua história seja qual for o gênero ou seguimento.

Você precisa ser você mesmo, principalmente na literatura.

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domingo, 3 de dezembro de 2017

Emoções Literárias

Salve leitores, tudo bem?

Mais um ano chegando ao fim e eu venho perguntar para você, o que te emocionou este ano? Quais momentos te fez chorar de alegria?

Todo escritor é regrado por emoções, emoções literárias, seja na depressão, seja na alegria, seja em momentos de solidão, ou melhor, principalmente nos momentos de solidão, seja qual for o sentimento que gera emoção é onde a história melhor fluí.

Já devo ter comentado aqui no blog, quando comecei a escrever estava em um momento de grande depressão e a literatura serviu como grande terapia para mim, eu criava histórias de refugio para esquecer meus problemas e sempre quando algo me entristecia era nas minhas histórias que eu me sentia livre, hoje estou curado e não escrevo mais como refugio, mas sim como algo que me faz sentir cada vez mais vivo.

Grandes escritores começaram suas carreiras em momentos difíceis, não estou dizendo que escrever é a cura para todos os males, mas te da força para seguir em frente às histórias que você mesmo desenvolve, te da força para nunca desistir.

Meus livros me salvaram da depressão e trouxe cor na minha vida e qual o sentimento que você usa para desenvolver a sua história, onde surgiu a inspiração que você mais precisava.

Muitas vezes sei que você espera dicas, mas mesmo com as dicas penso que você precisa também de uma motivação e quem escreve concorda comigo, as histórias que escrevemos nos torna mais vivos.

Existe uma frase que eu até postei no meu instagram recentemente e ela é mais ou menos assim:

“Escrevo porque acredito que o mundo precisa de mais finais felizes.”

Comece hoje a escrever a sua história.

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domingo, 19 de novembro de 2017

Pseudônimo

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Salve leitores, tudo bem?

Você sabe o que um pseudônimo?

Conhece algum escritor que utiliza um pseudônimo?

Definição de Pseudônimo:

Substantivo masculino
Nome adotado por autor ou responsável por uma obra (literária ou de qualquer outra natureza), que não usa o seu nome civil verdadeiro ou o seu nome consuetudinário, por modéstia ou conveniência ocasional ou permanente, com ou sem real encobrimento de sua pessoa.
"Tristão de Ataíde é o p. do escritor Alceu Amoroso Lima"

Adjetivo
Que assina com outro nome que não o seu, civil ou consuetudinário, a sua obra, literária ou de outra qualquer natureza.
"um articulista p."

Hoje em dia é muito difícil você encontrar uma pessoa que não use um pseudônimo ou nome artístico popularmente conhecido.

Como você pode ver um pseudônimo é muito importante para o escritor, ele pode usar o próprio nome ou algum nome aleatório que ele ache ter efeito ou ser conhecido como tal, hoje existem muitas personalidades que utilizam pseudônimos e nem desconfiamos, Lima Duarte mesmo é um pseudônimo, o ator não tem nem Lima e muito menos Duarte no nome, mas por consequência sua filha e sua neta aderiram o sobrenome do pseudônimo do avô e do pai, Fernanda Montenegro também é um pseudônimo que não tem nada haver com a atriz.

Há algumas personalidades que abreviam seu nome para ajudar no reconhecimento, J.K. Rowling, E.L. James e muitas outras personalidades, existem aqueles que utilizam somente um sobrenome que julgam ser o mais forte, Renato Lira (Eu), Ana Maria Braga, Silvia Day, André Vianco, Paulo Coelho entre outros.

É muito importante para o escritor saber qual nome ele vai adotar em sua obra, pois é por esse nome que ele será conhecido por toda a carreira, hoje a cantora Sandy adota o nome artístico como Sandy Leah, mas eu por exemplo vou sempre me referir a ela como a Sandy do Júnior, porque foi assim que eu a conheci e muitas outras personalidades são assim.

Você pode mudar de pseudônimo enquanto não é conhecido, mas quando você começar a ganhar notoriedade vai precisar se decidir, eu pensei em adotar o pseudônimo Freddie Peterson quando comecei a escrever, mas no final decidi em manter o bom e velho Renato Lira homenageando o sobrenome da minha amada mãe.

E você? Qual pseudônimo vai adotar?

Quero saber como vou começar a te chamar e comprar a tua obra.

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domingo, 12 de novembro de 2017

Dois ou mais gêneros

Salve leitores, tudo bem com vocês?

            Atualmente está surgindo uma nova geração de escritores (e eu também me incluo nessa) multi gêneros, mas como assim multi gêneros?

           Multi gêneros ( palavra que inventei rsrsrs) são escritores que escrevem dois ou mais gêneros, eu por exemplo escrevo ficção, romance, poemas e recentemente escrevi terror.

            Eu acredito que isso é muito bom, um escritor que escreve vários gêneros se torna cada vez mais apto também para avaliar mais de um gênero quando surge a oportunidade, mas como tudo seus prós e contras eu vou colocar os dois pontos para que você possa entender melhor.

Vários gêneros:
Um escritor que escreve vários gêneros tende também a ler sobre os vários gêneros que escreve, seja para buscar inspiração, para lazer ou para entender a forma de linguagem do gênero em questão, cada gênero abre um novo leque de subgêneros e consequente novas possibilidades para o escritor, cada gênero é um mundo novo a ser explorado, um exemplo de sub gênero é no caso da ficção, ficção não é só ficção, ou ela é ficção fantástica com magia e na maioria das vezes seres místicos ou ela é ficção cientifica que envolve futuro, tecnologia, guerra biológico ou algo que de certo modo envolve a ciência como base da história, sem contar as novas histórias que mescla de alguma forma os dois tipos de ficção. Se você for parar para pensar, todo gênero tem uma ponta de outro gênero na história, o mais comum são os romances que surgem dentro do livro, mas outros pontos também são encontrados como drama e comédia, quem assiste a série Supernatural sabe que sempre há uma ponta de comédia com o Dean ou o Castiel e o gênero é terror então é algo que tem se tornado comum.

Único gênero:
Aqui é onde eu e vários escritores de vários gêneros se entristece, uma coisa é fato, todo leitor vai te associar a um gênero especifico. Um exemplo bem clássico é esse, quando você lê ou ouve falar da escritora J.K. Rowling qual a primeira imagem que vem a sua mente? 99,9 % dos leitores lembram do bruxo mais famoso da história, Harry Potter e isso não é só com ela, isso ocorre com John Green, autor de a culpa é das estrelas, Nickolas Sparks e muitos outros, o que todos eles tem em comum? Exatamente, focaram em um único gênero.

Assim como um músico que toca vários instrumentos, mas tem como foco a guitarra, podemos escrever vários gêneros, mas precisamos focar em um único gênero, precisamos ser maduros nesse ponto pelo menos enquanto estamos construindo um nome literário e uma rede de leitores, hoje o leitores leem mais de um gênero, mas os escritores ainda precisam formar um nome com um único gênero.

Mas acredite o mundo está mudando e um dia poderemos escrever quantos gêneros quisermos que os leitores virão naturamente pelo seu nome e por todos os seus gêneros literários.

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domingo, 5 de novembro de 2017

Imparcialidade

Salve leitores, tudo bem com vocês?

Está semana vamos falar um pouco mais voltado ainda para aqueles que querem ser resenhistas, o assunto de hoje por mais que seja algo necessário quando se vai resenhar um livro, muitos resenhistas eu vejo que não éticos nesse ponto.

Algo que sempre me lembro quando eu vou resenhar um livro é no escritor, procuro pensar em todo o processo que ele passou para que aquele livro que estou lendo ou que acabei de ler chegasse na minha e nas várias mãos de leitores, seja conhecidos do autor ou não, e para mim graças a Deus não difícil de imaginar já que foi um caminho que também percorri para publicar meu primeiro livro.

Agora como sempre gosto de lembrar é que em tudo nessa vida existem os bons e os maus profissionais, como eu já devo ter falado em artigos anteriores, tive o desprazer de cruzar com uma “resenhista” que na minha opinião não teve a capacidade de terminar de ler o meu livro.

Quando você vai resenhar um livro você não está só fazendo uma analise, mas está também lidando com o sonho de alguém, uma coisa que eu sempre procura fazer quando eu leio um livro é procurar o que me agrada nele, seja um personagem, seja uma frase uma frase de efeito, seja o clímax ou seja o que para mim na maioria das vezes o livro todo, mais o gênero do que o livro muitas vezes.

Esses dias eu ainda coloquei no meu status do Facebok a seguinte frase:

“Não existe motivação melhor do que ver o seu trabalho sendo elogiado.”

E isso é verdade, vejo que o Brasil está mudando em alguns aspectos e a literatura é um deles, o brasileiro está lendo mais e isso chega a me emocionar.

O que eu quero dizer aqui hoje é que se você for ler algum livro seja para resenhar ou não, seja imparcial e ressalte os pontos positivos, pois é do sonho de alguém que você está falando. Claro que devemos falar dos pontos a desenvolver, mas com jeito, e o mais importante, converse com o autor do livro se tiver oportunidade, mostre que se importe, mostre que você se dedicou, e acredite vamos ficar muito feliz se você fizer isso.

Pessoal o meu conto especial para a semana do halloween aqui do blog recebeu muitos elogios o que me agradou muito e ele está disponível na integra para quem quiser ler, eu fiz algumas correções e ficaria muito feliz em saber a opinião de vocês, então quem quiser e tiver a oportunidade de ler e fazer um breve comentário (micro resenhar) vai me ajudar muito a melhorar cada vez o meu trabalho.

Pessoal eu também tenho um canal no youtube sobre literatura, quem tiver interesse o link vai está disponível abaixo.

Galera essa foi a matéria de hoje espero que tenham gostado.

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